25 FEV 2024 | ATUALIZADO 11:05
POLÍCIA
ANNA PAULA BRITO
07/02/2024 12:10
Atualizado
07/02/2024 12:10

Com o 25º pior salário do Brasil, Sinpol convoca mobilização da Polícia Civil no RN

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A mobilização acontece nesta quarta-feira (7), com a paralisação das atividades em todos o estado, permanecendo em funcionamento apenas as delegacias de plantão. Os policiais reivindicam do governo do Estado a reparação de cerca de 5 anos de perdas inflacionárias em seus salários, bem como a convocação dos 400 policiais civis, entre agentes, escrivães e delegados, que concluíram o curso de formação na quinta-feira (1º). De acordo com o sindicato, os policiais do RN recebem o 25º pior salário do país, entre os 26 estados e o Distrito Federal.
Imagem 1 -  Com o 25º pior salário do Brasil, Sinpol convoca mobilização da Polícia Civil no RN. A mobilização acontece nesta quarta-feira (7), com a paralisação das atividades em todos o estado, permanecendo em funcionamento apenas as delegacias de plantão. Os policiais reivindicam do governo do Estado a reparação de cerca de 5 anos de perdas inflacionárias em seus salários, bem como a convocação dos 400 policiais civis, entre agentes, escrivães e delegados, que concluíram o curso de formação na quinta-feira (1º). De acordo com o sindicato, os policiais do RN recebem o 25º pior salário do país, entre os 26 estados e o Distrito Federal.
Com o 25º pior salário do Brasil, Sinpol convoca mobilização da Polícia Civil no RN. A mobilização acontece nesta quarta-feira (7), com a paralisação das atividades em todos o estado, permanecendo em funcionamento apenas as delegacias de plantão. Os policiais reivindicam do governo do Estado a reparação de cerca de 5 anos de perdas inflacionárias em seus salários, bem como a convocação dos 400 policiais civis, entre agentes, escrivães e delegados, que concluíram o curso de formação na quinta-feira (1º). De acordo com o sindicato, os policiais do RN recebem o 25º pior salário do país, entre os 26 estados e o Distrito Federal.
FOTO: PÁDUA JR/DIFUSORA

A polícia civil do Rio Grande do Norte paralisou as atividades nesta quarta-feira (7), em uma mobilização para reivindicar direitos ao governo. Diante disto, as delegacias do estado estão fechadas durante todo o dia, permanecendo em funcionamento apenas as unidades de plantão.

Entre as pautas de reivindicação, estão a reparação de cerca de 5 anos de perdas inflacionárias nos salários dos policiais, bem como a convocação dos 400 policiais civis, entre agentes, escrivães e delegados, que concluíram o curso de formação na quinta-feira (1º).

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis do RN (Sinpol/RN), o salário pago no estado é o 25º pior salário do país, entre os 26 estados e o Distrito Federal.

Segundo Gaueme Alves, do Sinpol, o RN também possui o menor efetivo do país. “Aí se pergunta à sociedade: como é que nós conseguiremos prestar um bom serviço à sociedade, um serviço de excelência, de qualidade, se a gente não tem, sequer, uma valorização salarial? Se a gente não tem, sequer, a nomeação de 400 profissionais formados pela academia da própria polícia? Então essas atitudes, elas se contradizem as palavras da governadora, proferidas na Assembleia Legislativas, no início dos trabalhos legislativos do estado”.

Ainda de acordo com Gaueme, a mobilização de hoje pode pode ser um pontapé inicial para início de uma paralisação das atividades da polícias civil, caso assim a categoria decida, para que eles tenham a atenção que desejam do governo do RN.

CONVOCAÇÃO DOS POLICIAIS

Na tarde desta terça-feira (06), a delegada-geral da Polícia Civil do Rio Grande do Norte, Ana Cláudia Saraiva, ao lado do delegado-geral adjunto, Herlânio Cruz, participou de uma reunião com a governadora Fátima Bezerra e com o secretário-chefe do Gabinete Civil, Raimundo Alves Júnior, para tratar do anúncio das nomeações dos novos policiais.

Na ocasião, os gestores da Polícia Civil destacaram a importância e a necessidade do incremento do efetivo para melhorar o trabalho da Polícia Judiciária. Na oportunidade, a governadora se comprometeu em anunciar nos próximos 15 dias as nomeações dos candidatos.

Na última quinta-feira (01), 386 alunos policiais foram formados e agora aguardam as nomeações. O CFP teve duração aproximada de três meses.

Os alunos policiais foram submetidos a várias atividades divididas em disciplinas teóricas e práticas em áreas diversas, visando o aperfeiçoamento técnico e tático dos servidores no âmbito da segurança pública, para emprego em missões especiais, ocorrências complexas ou de alto risco.


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