13 ABR 2024 | ATUALIZADO 13:43
MOSSORÓ
21/02/2024 17:49
Atualizado
21/02/2024 17:49

Câmara de Mossoró aprova PL que concede reajuste aos professores da rede municipal

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Apresentado no começo deste mês, ainda no recesso parlamentar, o Projeto de Lei Complementar do Executivo 36/2024 seria lido hoje em plenário e despachado às comissões. Mas foi colocado em votação, por força de requerimento de regime de urgência especial. O reajuste é de 3,62%, conforme o Piso do Magistério de 2024.
Imagem 1 -  Câmara de Mossoró aprova PL que concede reajuste aos professores da rede municipal. Apresentado no começo deste mês, ainda no recesso parlamentar, o Projeto de Lei Complementar do Executivo 36/2024 seria lido hoje em plenário e despachado às comissões. Mas foi colocado em votação, por força de requerimento de regime de urgência especial. O reajuste é de 3,62%, conforme o Piso do Magistério de 2024.
Câmara de Mossoró aprova PL que concede reajuste aos professores da rede municipal. Apresentado no começo deste mês, ainda no recesso parlamentar, o Projeto de Lei Complementar do Executivo 36/2024 seria lido hoje em plenário e despachado às comissões. Mas foi colocado em votação, por força de requerimento de regime de urgência especial. O reajuste é de 3,62%, conforme o Piso do Magistério de 2024.

A Câmara Municipal de Mossoró aprovou hoje (21), por unanimidade, o Projeto de Lei Complementar do Executivo 36/2024, que concede reajuste de 3,62% aos professores da rede municipal, conforme o Piso do Magistério de 2024.

Apresentado no começo deste mês, ainda no recesso parlamentar, o projeto hoje seria lido em plenário e despachado às comissões. Mas foi colocado em votação, por força de requerimento de regime de urgência especial.

O líder do governo na Câmara, vereador Genilson Alves (Pros), diz que o projeto reitera o compromisso da gestão municipal com os professores. “Com esse reajuste, já são 37,29% de rejuste acumulado no governo Allyson Bezerra”, informa.

Por outro lado, a vereadora Marleide Cunha (PT), embora tenha votado a favor, diz que o projeto não repõe as perdas salariais da categoria. “O reajuste acumulado deveria ser superior a 50%, porque a Prefeitura não pagou os 14,95% de 2023”, ressalva.


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