13 ABR 2024 | ATUALIZADO 13:43
POLÍCIA
ANNA PAULA BRITO
27/02/2024 18:23
Atualizado
28/02/2024 12:56

Júri inocenta mulher de 32 anos da acusação de planejar e ordenar morte do marido

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Sadja Jayana Lopes Montenegro foi à júri popular na manhã desta terça-feira (27), acusada pelo homicídio de Tiago Wanderley Martins da Silva, crime ocorrido em março de 2016, em Mossoró. A defesa da ré alegou que ela era inocente e mostrou como provas ligações telefônicas e dois testemunhos em plenário. Depois do júri, o promotor Armando Lúcio lamentou que a defesa, para convencer o corpo de jurados, colocou que caso ela fosse presa, deixaria duas crianças, suas filhas, desprotegidas. A tese de negativa de auotoria foi aceita. Em contato com a reportagem do MOSSORÓ HOJE, o promotor Armando Lúcio, do MPRN, afirmou que a decisão do júri foi soberana e não há mais nenhum recurso que possa ser obtido, mas disse lamentar a decisão.
Imagem 1 -  Sadja Jayana Lopes Montenegro foi à júri popular na manhã desta terça-feira (27), acusada pelo homicídio de Tiago Wanderley Martins da Silva, crime ocorrido em março de 2016, em Mossoró. A defesa da ré alegou que ela era inocente e mostrou como provas ligações telefônicas e dois testemunhos em plenário. Depois do júri, o promotor Armando Lúcio lamentou que a defesa, para convencer o corpo de jurados, colocou que caso ela fosse presa, deixaria duas crianças, suas filhas, desprotegidas. A tese de negativa de auotoria foi aceita. Em contato com a reportagem do MOSSORÓ HOJE, o promotor Armando Lúcio, do MPRN, afirmou que a decisão do júri foi soberana e não há mais nenhum recurso que possa ser obtido, mas disse lamentar a decisão.
Sadja Jayana Lopes Montenegro foi à júri popular na manhã desta terça-feira (27), acusada pelo homicídio de Tiago Wanderley Martins da Silva, crime ocorrido em março de 2016, em Mossoró. A defesa da ré alegou que ela era inocente e mostrou como provas ligações telefônicas e dois testemunhos em plenário. Depois do júri, o promotor Armando Lúcio lamentou que a defesa, para convencer o corpo de jurados, colocou que caso ela fosse presa, deixaria duas crianças, suas filhas, desprotegidas. A tese de negativa de auotoria foi aceita. Em contato com a reportagem do MOSSORÓ HOJE, o promotor Armando Lúcio, do MPRN, afirmou que a decisão do júri foi soberana e não há mais nenhum recurso que possa ser obtido, mas disse lamentar a decisão.
FOTO: ANNA PAULA BRITO

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri Popular de Mossoró decidiu pela absolvição de Sadja Jayana Lopes Montenegro, de 32 anos, pelo crime de homicídio que vitimou Tiago Wanderley Martins da Silva, então companheiro dela.

Sadja foi à júri popular na manhã desta terça-feira (27), no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins.

O crime aconteceu na madrugada do dia 31 de março de 2016, na região da Estrada da Raiz, no Santa Helena, em Mossoró. A mulher foi acusada de ser a mentora intelectual e também de encomendar o homicídio.

A defesa da ré, realizada pelo advogado Justino Dutra Dantas de Almeida, alegou que ela era inocente, dizendo que ligações telefônicas e dois testemunhos em plenário mostravam que Sadja Lopes não cometeu o crime, confirmando assim a tese de negativa de autoria.

Além destes fatores, mostrando em plenário com documentos e testemunhos, o advogado Justino Dutra Dantas de Almeida também deixou claro no processo a ficha criminal da vítima, que teria sido presa e condenada. Argumentou, também, que caso ela fosse presa, deixaria duas crianças, suas filhas, desprotegidas.

O Ministério Público do Rio Grande do Norte, por sua vez, representado pelo promotor Armando Lúcio Ribeiro, apresentou provas do envolvimento da ré, que haviam sido levantadas durante as investigações.

Após ouvir os dois lados, o Conselho de Sentença decidiu acatar a tese da defesa e, por quatro votos a três, considerou Sadja inocente. Com a decisão, a mulher deixou o fórum em liberdade, sem dívidas com a justiça.

Em contato com a reportagem do MOSSORÓ HOJE, o promotor Armando Lúcio afirmou que a decisão do júri foi soberana e não há mais nenhum recurso que possa ser obtido, mas disse lamentar a decisão.

“O Ministério Público lamenta e, muito embora tenha aprovado a participação da acusada, o Conselho de Sentença, argumentando e acatando o argumento de que, se ela fosse presa, ficaria duas filhas desprotegidas, absolveu. Nós entendemos como absurdo, porque é um incentivo às pessoas, nas mesmas condições, assassinar outras pessoas”, disse o promotor.


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