06 ABR 2025 | ATUALIZADO 12:43
POLÍCIA
02/04/2025 14:03
Atualizado
03/04/2025 07:33

Acusado de matar motivado por discussão em mesa de bar pega 8 anos de prisão

Crime aconteceu no dia 14 de julho de 2024 no Conjunto Nova Mossoró. Adriano Câmara da Silva Batista, o Gordim, e Maiky Mateus Bezerra de Oliveira, armados com uma espingarda calibre 12, e se deslocando numa motocicleta, mataram Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, após ter sido insultados e ameaçados pela vítima.
Crime aconteceu no dia 14 de julho de 2024 no Conjunto Nova Mossoró. Adriano Câmara da Silva Batista, o Gordim, e Maiky Mateus Bezerra de Oliveira, armados com uma espingarda calibre 12, e se deslocando numa motocicleta, mataram Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, após ter sido insultados e ameaçados pela vítima.
Foto: Pedro Cezar

Denunciado por matar a tiros Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, no dia 14 de julho de 2024, no conjunto Nova Mossoró, o vigilante Adriano Câmara da Silva Batista, conhecido por Gordin, de 30 anos, foi condenado a 8 anos de prisão.

O julgamento aconteceu na manhã desta quarta-feira, 2, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, no Conjunto Walfredo Gurgel, em Mossoró-RN, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, titular da Primeira Vara Criminal de Mossoró.

Após instaurado o Tribunal do Júri Popular, o juiz presidente, o representante do Ministério Público Estadual, Italo Moreira Martins, defendeu tese de homicídio privilegiado (termo jurídico). Em sua fala, o promotor explicou que a vítima havia provocado a reação do Gordin e do outro acusado do crime, Maiky Mateus Bezerra de Oliveira, quando, um pouco antes, jogou bebida no rosto deles e o ameaçou com uma faca peixeira.

A defesa do advogado Pedro Hamilton basicamente sustentou a mesma tese, tentando, apenas, convencer o corpo de jurados a não votar pelo homicídio qualificado, ou seja, que a vítima havia sido executada sem chance de defesa, mas terminou que os jurados condenaram o réu nos termos pedidos pelo MPRN.

Concluído os debates, o juiz presidente do TJP, Vagnos Kelly, convocou os sete jurados a Sala Secreta para votação. Concluído a votação, Vagnos Kelly fez a dosimetria da pena do réu, deixando em 8 anos de prisão.


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