16 SET 2026 | ATUALIZADO 08:51
POLÍTICA
16/09/2026 08:51
Atualizado
16/09/2026 08:51

Allyson expõe desmantelo financeiro do Governo e cobra repasse de R$ 185 milhões aos municípios

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O candidato ressaltou que não se trata de recursos extras ou auxílio financeiro, mas de valores pertencentes por direito constitucional aos municípios, incluindo transferências de ICMS, saúde, Fundeb e outras áreas. “São recursos obrigatórios, previstos na Constituição. Esse dinheiro está fazendo falta na saúde, na educação, na assistência social e até no pagamento dos servidores municipais”, afirmou Allyson. Segundo o candidato, a retenção desses valores demonstra como a desorganização financeira do Estado prejudica as cidades e afeta diretamente quem depende dos serviços públicos. Allyson lembrou que enfrentou atrasos constantes nos repasses quando esteve à frente da Prefeitura de Mossoró.
Imagem 1 -  O candidato ressaltou que não se trata de recursos extras ou auxílio financeiro, mas de valores pertencentes por direito constitucional aos municípios, incluindo transferências de ICMS, saúde, Fundeb e outras áreas.  “São recursos obrigatórios, previstos na Constituição. Esse dinheiro está fazendo falta na saúde, na educação, na assistência social e até no pagamento dos servidores municipais”, afirmou Allyson.  Segundo o candidato, a retenção desses valores demonstra como a desorganização financeira do Estado prejudica as cidades e afeta diretamente quem depende dos serviços públicos. Allyson lembrou que enfrentou atrasos constantes nos repasses quando esteve à frente da Prefeitura de Mossoró.
O candidato ressaltou que não se trata de recursos extras ou auxílio financeiro, mas de valores pertencentes por direito constitucional aos municípios, incluindo transferências de ICMS, saúde, Fundeb e outras áreas. “São recursos obrigatórios, previstos na Constituição. Esse dinheiro está fazendo falta na saúde, na educação, na assistência social e até no pagamento dos servidores municipais”, afirmou Allyson. Segundo o candidato, a retenção desses valores demonstra como a desorganização financeira do Estado prejudica as cidades e afeta diretamente quem depende dos serviços públicos. Allyson lembrou que enfrentou atrasos constantes nos repasses quando esteve à frente da Prefeitura de Mossoró.

Aqui está uma revisão do texto para garantir maior clareza, correção gramatical e fluidez jornalística, mantendo intactos o tom e as informações principais:

O candidato ao Governo do Rio Grande do Norte, Allyson Bezerra, expôs a situação financeira do Estado durante o debate promovido pelo Sistema Tribuna de Comunicação. Um dos pontos mais graves apontados foi a falta de repasses obrigatórios às prefeituras, problema que afeta diretamente os serviços prestados à população.

Durante o confronto de ideias, Allyson citou dados da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), segundo os quais o Governo do Estado acumula uma dívida de R$ 185 milhões com as administrações municipais.

O candidato ressaltou que não se trata de recursos extras ou auxílio financeiro, mas de valores pertencentes por direito constitucional aos municípios, incluindo transferências de ICMS, saúde, Fundeb e outras áreas.

“São recursos obrigatórios, previstos na Constituição. Esse dinheiro está fazendo falta na saúde, na educação, na assistência social e até no pagamento dos servidores municipais”, afirmou Allyson.

Segundo o candidato, a retenção desses valores demonstra como a desorganização financeira do Estado prejudica as cidades e afeta diretamente quem depende dos serviços públicos. Allyson lembrou que enfrentou atrasos constantes nos repasses quando esteve à frente da Prefeitura de Mossoró.

“Eu sofri muito com isso como prefeito. O Governo do Estado atrasava os repasses e tentava levar para as prefeituras o mesmo descontrole que vemos na administração estadual”, declarou.

Allyson também afirmou que o Estado antecipou parte expressiva da arrecadação de ICMS dos meses de agosto e setembro junto a empresários, comerciantes e microempreendedores, mas continua sem regularizar os repasses devidos aos municípios.

Como compromisso de governo, o candidato garantiu que todas as transferências constitucionais serão feitas dentro do prazo, permitindo que os gestores municipais planejem investimentos e mantenham os serviços essenciais funcionando.  

“No nosso governo, farei questão de cumprir, religiosamente, aquilo que determina a Constituição. Vamos respeitar os municípios, os prefeitos e, principalmente, o povo do Rio Grande do Norte”, garantiu.  

Por fim, Allyson reforçou sua experiência administrativa ao lembrar que deixou Mossoró com nota A na Capacidade de Pagamento (Capag) e mais de R$ 240 milhões no Instituto de Previdência Municipal. O candidato defendeu que esse mesmo modelo de organização fiscal seja aplicado no âmbito estadual.

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