14 OUT 2026 | ATUALIZADO 11:49
POLÍCIA
14/10/2026 09:01
Atualizado
14/10/2026 09:01

Operação Bifronte: FICCO deflagra ação contra tráfico internacional e lavagem de dinheiro

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado cumpre 46 mandados judiciais em cinco estados do país, incluindo o RN. As medidas incluem a transferência de líderes para o sistema federal e o bloqueio de R$ 187 milhões em bens. A investigação aponta que a organização criminosa trazia drogas da Bolívia e do Peru para distribuição nacional.
Imagem 1 -  A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado cumpre 46 mandados judiciais em cinco estados do país, incluindo o RN. As medidas incluem a transferência de líderes para o sistema federal e o bloqueio de R$ 187 milhões em bens. A investigação aponta que a organização criminosa trazia drogas da Bolívia e do Peru para distribuição nacional.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado cumpre 46 mandados judiciais em cinco estados do país, incluindo o RN. As medidas incluem a transferência de líderes para o sistema federal e o bloqueio de R$ 187 milhões em bens. A investigação aponta que a organização criminosa trazia drogas da Bolívia e do Peru para distribuição nacional.

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (FICCO/MG) deflagrou, nesta quarta-feira (14/10), a Operação Bifronte, para desarticular uma organização criminosa investigada por tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos 46 mandados judiciais nos estados de Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Goiás Santa Catarina e São Paulo, sendo 23 de prisão, 20 de busca e apreensão e 3 de recolhimento domiciliar com monitoramento eletrônico. 

Também foram determinadas duas difusões vermelhas pela Interpol e a transferência de dois dos principais investigados para o sistema penitenciário federal.

As medidas incluem sequestro patrimonial até o limite de R$ 187 milhões, abrangendo 69 pessoas físicas e jurídicas, além do sequestro imediato de 11 imóveis situados em MG, GO, SP, SC e BA e de uma aeronave.

Segundo as investigações, o grupo atuava na aquisição de drogas provenientes da Bolívia e do Peru, no transporte e na distribuição em território nacional, além da movimentação de recursos e ocultação patrimonial.

Os investigados poderão responder, conforme suas respectivas participações, pelos crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

A FICCO/MG é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil de Minas Gerais, pela Polícia Militar de Minas Gerais e pela Polícia Penal de Minas Gerais.

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