21 JUL 2026 | ATUALIZADO 08:25

OPINIÃO

  O Brasil está preparado para negociar – mas não para ceder a pressões arbitrárias. Nossa diplomacia deve combinar firmeza e pragmatismo, ouvindo os setores produtivos, defendendo nossa cultura e colocando nossas vantagens estratégicas a serviço de um modelo de cooperação justa e soberana.  Este é o momento de reafirmar o Brasil como potência confiável, pacífica e imprescindível no tabuleiro global.
[OPINIÃO] Tarifas, minerais e diplomacia: o xadrez comercial entre Brasil e Estados Unidos

07/10/2025 08:41

O Brasil está preparado para negociar – mas não para ceder a pressões arbitrárias. Nossa diplomacia deve combinar firmeza e pragmatismo, ouvindo os setores produtivos, defendendo nossa cultura e colocando nossas vantagens estratégicas a serviço de um modelo de cooperação justa e soberana. Este é o momento de reafirmar o Brasil como potência confiável, pacífica e imprescindível no tabuleiro global.

  [OPINIÃO] ‘O PL576/21 virou um emaranhado de interesses o setor de energia’, diz Jean Paul Prates. “Destinado originalmente a apenas regular a titularidade do uso dos espaços oceânicos brasileiros para geração de energia a partir do vento, ondas, marés, correntes marítimas e outras forças, este projeto de lei estruturante e inovadora acabou servindo como penduricalho para o emaranhado de interesses, alguns legítimos e outros nem tanto, do setor de energia do Brasil”, escreveu o ex-senador.
[OPINIÃO] ‘O PL576/21 virou um emaranhado de interesses o setor de energia’, diz Jean Paul

16/12/2024 17:26

“Destinado originalmente a apenas regular a titularidade do uso dos espaços oceânicos brasileiros para geração de energia a partir do vento, ondas, marés, correntes marítimas e outras forças, este projeto de lei estruturante e inovadora acabou servindo como penduricalho para o emaranhado de interesses, alguns legítimos e outros nem tanto, do setor de energia do Brasil”, escreveu o ex-senador.

  [OPINIÃO] A Cesar o que é de cesar: Jean Paul deveria ter sido candidato a reeleição no senado pelo RN. Com o processo de Rogério Marinho virando inquérito policial, existe uma possibilidade dele perder o mandato e o TRE abrir um novo processo eleitoral para o senado aqui no Rio Grande do Norte. Diante dessa possibilidade se tornar realidade, o PT e a esquerda potiguar, deveriam lembrar primeiramente daquele que teve que “rifar” a sua cadeira de reeleição, herdada da governadora Fátima Bezerra (PT), para dar espaço a Carlos Eduardo Alves: Jean Paul Prates.
[OPINIÃO] A Cesar o que é de cesar: Jean Paul deveria ter sido candidato a reeleição no senado pelo RN

29/07/2023 10:57

Com o processo de Rogério Marinho virando inquérito policial, existe uma possibilidade dele perder o mandato e o TRE abrir um novo processo eleitoral para o senado aqui no Rio Grande do Norte. Diante dessa possibilidade se tornar realidade, o PT e a esquerda potiguar, deveriam lembrar primeiramente daquele que teve que “rifar” a sua cadeira de reeleição, herdada da governadora Fátima Bezerra (PT), para dar espaço a Carlos Eduardo Alves: Jean Paul Prates.

  [OPINIÃO] Trabalho e Planejamento Estratégico para Realizar os Sonhos do Povo de Mossoró.
[OPINIÃO] Trabalho e Planejamento Estratégico para Realizar os Sonhos do Povo de Mossoró

06/12/2022 12:01

Há décadas, a população mossoroense transmite à classe política e aos gestores municipais, através de diferentes formas de manifestações, protestos e movimentos articulados de instituições, organizações do terceiro setor e entidades de classe, os seus sonhos, necessidades, reivindicações, projetos e ideias. Desse modo, convém dizer que a sociedade passa para nós, pessoas públicas, o que ela quer para o presente e projeta para o futuro. É importante ainda destacar que, muitos desses projetos e sonhos, anteriormente vistos como projetos necessários para o futuro, infelizmente, ficaram em um passado de esquecimento, mas hoje se tornaram de máxima urgência.

[OPINIÃO] Operação militar da Rússia na Ucrânia é uma violação do Direito Internacional

24/02/2022 18:06

O Brasil deve se unir à sociedade internacional condenando, sem ressalvas, o ato, e exigindo, a partir do seu assento de membro do Conselho de Segurança, que a paz regional seja restabelecida. O custo humanitário da guerra é terrível, e seu impacto se estende muito além do horizonte.


Notas

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