21 JUL 2026 | ATUALIZADO 08:25

OPINIÃO

  O Brasil voltou ao centro do tabuleiro geopolítico mundial. Desta vez, não apenas pelo petróleo, pela agricultura ou pela energia renovável, mas pelos chamados minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética, para a indústria digital, para a defesa e para as novas tecnologias. A aproximação com a Índia, as conversas com os Estados Unidos, o interesse da União Europeia e o protagonismo chinês mostram que estamos diante de uma oportunidade histórica, escreveu Jean Paul Prates. Matéria Completa, na Coluna Opinião
[OPINIÃO] Minerais críticos e o desafio de não repetir velhos erros

14/02/2026 10:46

O Brasil voltou ao centro do tabuleiro geopolítico mundial. Desta vez, não apenas pelo petróleo, pela agricultura ou pela energia renovável, mas pelos chamados minerais críticos, insumos essenciais para a transição energética, para a indústria digital, para a defesa e para as novas tecnologias. A aproximação com a Índia, as conversas com os Estados Unidos, o interesse da União Europeia e o protagonismo chinês mostram que estamos diante de uma oportunidade histórica, escreveu Jean Paul Prates. Matéria Completa, na Coluna Opinião

  A companhia entrou nas renováveis como compensação estratégica para fragilidades crescentes no seu upstream, especialmente no Golfo do México e no Mar do Norte, com dificuldades de reposição de reservas, custos elevados e retorno decrescente sobre o capital investido. Em vez de integrar a transição às suas competências técnicas, optou por deslocar capital para um setor, solar, altamente comoditizado, dependente de subsídios e com margens estruturalmente baixas.
[OPINIÃO] O erro da BP não foi “apostar cedo demais” na transição. Foi apostar mal

21/01/2026 08:03

A companhia entrou nas renováveis como compensação estratégica para fragilidades crescentes no seu upstream, especialmente no Golfo do México e no Mar do Norte, com dificuldades de reposição de reservas, custos elevados e retorno decrescente sobre o capital investido. Em vez de integrar a transição às suas competências técnicas, optou por deslocar capital para um setor, solar, altamente comoditizado, dependente de subsídios e com margens estruturalmente baixas.

  "A meu ver, neste momento crítico, a prioridade do PT, que foi quem recebeu o mandato popular para governar o estado, deveria ser a busca de um nome com experiência, equilíbrio e respeito entre diferentes correntes políticas, capaz de conduzir o Estado com estabilidade e foco na gestão. Isso não é virtude extraordinária nem sacrifício. É o mínimo que se espera do campo progressista unido neste momento", escreveu Jean Paul Prates. Quer ver mais? acesse a COLUNA OPINIÃO
[OPINIÃO] Governar o Rio Grande do Norte não é brincadeira

15/01/2026 19:26

"A meu ver, neste momento crítico, a prioridade do PT, que foi quem recebeu o mandato popular para governar o estado, deveria ser a busca de um nome com experiência, equilíbrio e respeito entre diferentes correntes políticas, capaz de conduzir o Estado com estabilidade e foco na gestão. Isso não é virtude extraordinária nem sacrifício. É o mínimo que se espera do campo progressista unido neste momento", escreveu Jean Paul Prates. Quer ver mais? acesse a COLUNA OPINIÃO

  "Mais do que uma frustração pontual, o que 2025 revelou foi a falência da governança energética brasileira sob a atual condução. O setor precisa de previsibilidade, segurança jurídica, e respeito a quem investe no longo prazo. Sem isso, a transição energética será apenas um discurso de ocasião – e o risco de colapso, uma profecia autorrealizável.",  escreveu Jean Paul Prates, que é ex-presidente da Petrobras e ex-senador da república. Leia artigo na coluna OPINIÃO
[OPINIÃO] A Reforma Elétrica da Xepa

13/01/2026 09:06

"Mais do que uma frustração pontual, o que 2025 revelou foi a falência da governança energética brasileira sob a atual condução. O setor precisa de previsibilidade, segurança jurídica, e respeito a quem investe no longo prazo. Sem isso, a transição energética será apenas um discurso de ocasião – e o risco de colapso, uma profecia autorrealizável.", escreveu Jean Paul Prates, que é ex-presidente da Petrobras e ex-senador da república. Leia artigo na coluna OPINIÃO

  Países que entenderam a dinâmica do século XXI fizeram escolhas claras. Investiram pesadamente na formação de engenheiros, médicos, cientistas, técnicos e especialistas em tecnologia. Construíram sistemas educacionais coerentes com suas estratégias industriais, sanitárias, energéticas e digitais. O resultado é maior produtividade, autonomia tecnológica, empregos qualificados e poder de decisão no cenário global, escreveu Jean Paul Prates. Para ver mais, na coluna Opinião.
[OPINIÃO] Influência não substitui conhecimento: o futuro que o Brasil está escolhendo e como corrigi-lo

11/01/2026 14:06

Países que entenderam a dinâmica do século XXI fizeram escolhas claras. Investiram pesadamente na formação de engenheiros, médicos, cientistas, técnicos e especialistas em tecnologia. Construíram sistemas educacionais coerentes com suas estratégias industriais, sanitárias, energéticas e digitais. O resultado é maior produtividade, autonomia tecnológica, empregos qualificados e poder de decisão no cenário global, escreveu Jean Paul Prates. Para ver mais, na coluna Opinião.


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