05 MAR 2024 | ATUALIZADO 18:32

COLUNA ESPLANADA

  [COLUNA ESPLANADA] O dedo na tomada é inegável dos dois lados, e o curto-curcuito gerado é a politização do projeto em ano eleitoral. De um lado, o governo de Jair Bolsonaro (PL) quer privatizar a Eletrobras sob críticas dos contrários de que pede preço de banana na feira, e com risco de perder a soberania nacional sobre a geração de energia para um potencial sócio estrangeiro. De outro lado, fica evidente por parte do TCU o viés político para tentar barrar a venda. Relator do processo, o ministro Vital do Rego é egresso da ala do MDB ligada a Renan Calheiros (AL), o maior opositor de Bolsonaro no Senado, e grande aliado de Lula.
[COLUNA ESPLANADA] Venda a Eletrobras e a politização do projeto em ano eleitoral

22/04/2022 08:16

O dedo na tomada é inegável dos dois lados, e o curto-curcuito gerado é a politização do projeto em ano eleitoral. De um lado, o governo de Jair Bolsonaro (PL) quer privatizar a Eletrobras sob críticas dos contrários de que pede preço de banana na feira, e com risco de perder a soberania nacional sobre a geração de energia para um potencial sócio estrangeiro. De outro lado, fica evidente por parte do TCU o viés político para tentar barrar a venda. Relator do processo, o ministro Vital do Rego é egresso da ala do MDB ligada a Renan Calheiros (AL), o maior opositor de Bolsonaro no Senado, e grande aliado de Lula.

  [COLUNA ESPLANADA] A polarização política, o clima de tensão e insinuações sobre a segurança das urnas levaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a ampliar os convites para que órgãos e entidades internacionais enviem observadores para as eleições de outubro. Já foram convidados representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA), da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da União Europeia, do Parlasul, do Carter Center - organização sem fins lucrativos fundada em 1982 pelo ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter – e da Uniore (Unión Interamericana de Organismos Electorales).
[COLUNA ESPLANADA] TSE amplia convites para que órgãos internacionais observem eleições de outubro

21/04/2022 10:16

A polarização política, o clima de tensão e insinuações sobre a segurança das urnas levaram o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a ampliar os convites para que órgãos e entidades internacionais enviem observadores para as eleições de outubro. Já foram convidados representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA), da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), da União Europeia, do Parlasul, do Carter Center - organização sem fins lucrativos fundada em 1982 pelo ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter – e da Uniore (Unión Interamericana de Organismos Electorales).

  [COLUNA ESPLANADA] Apesar de a legislação eleitoral brasileira só autorizar campanha a partir de agosto, pré-candidatos já estão com os blocos na rua e fazem verdadeiros comícios – proibidos - em eventos nos quais participam. A lei e os tribunais eleitorais são brandos e lenientes. Líderes nas pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT) rodam o Brasil em encontros organizados por aliados e cabos eleitorais. O petista foi ovacionado – aos gritos de “presidente” - em evento com indígenas em Brasília na última semana. Bolsonaro comandou motociata eleitoral em São Paulo e baixa em Porto Seguro na sexta, 22, para o primeiro encontro com motoqueiros na Bahia. E leva junto a esquadrilha da fumaça para show aéreo.
[COLUNA ESPLANADA] Pré-candidatos já estão com os blocos na rua e fazem verdadeiros comícios

20/04/2022 08:23

Apesar de a legislação eleitoral brasileira só autorizar campanha a partir de agosto, pré-candidatos já estão com os blocos na rua e fazem verdadeiros comícios – proibidos - em eventos nos quais participam. A lei e os tribunais eleitorais são brandos e lenientes. Líderes nas pesquisas, o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT) rodam o Brasil em encontros organizados por aliados e cabos eleitorais. O petista foi ovacionado – aos gritos de “presidente” - em evento com indígenas em Brasília na última semana. Bolsonaro comandou motociata eleitoral em São Paulo e baixa em Porto Seguro na sexta, 22, para o primeiro encontro com motoqueiros na Bahia. E leva junto a esquadrilha da fumaça para show aéreo.

  [COLUNA ESPLANADA] O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, tenta se segurar no cargo pressionado pelas categorias da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, mas por culpa das promessas não cumpridas pelo chefe, o presidente da República. Jair Bolsonaro (PL) convocou Torres para uma reunião no Palácio do Planalto ontem ao fim do dia, para ter um feedback do encontro do ministro com as categorias da PF e PRF. O Governo piorou a situação e mostra desespero. Na tentativa de segurar o apoio das forças federais, a mando do ministro Paulo Guedes, Bolsonaro promete uma grande reestruturação das carreiras para 2023 – com novos benefícios e aumento salarial diferenciado. O problema é que isso está condicionado totalmente à sua reeleição.
[COLUNA ESPLANADA] Promessas não cumpridas por Bolsonaro impactam no ministro da Justiça

19/04/2022 08:19

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, tenta se segurar no cargo pressionado pelas categorias da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, mas por culpa das promessas não cumpridas pelo chefe, o presidente da República. Jair Bolsonaro (PL) convocou Torres para uma reunião no Palácio do Planalto ontem ao fim do dia, para ter um feedback do encontro do ministro com as categorias da PF e PRF. O Governo piorou a situação e mostra desespero. Na tentativa de segurar o apoio das forças federais, a mando do ministro Paulo Guedes, Bolsonaro promete uma grande reestruturação das carreiras para 2023 – com novos benefícios e aumento salarial diferenciado. O problema é que isso está condicionado totalmente à sua reeleição.

  [COLUNA ESPLANADA] A conta política da falácia do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a real valorização da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal caiu na mesa do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Ele pediu uma reunião para hoje à tarde com dirigentes das associações de classes de delegados e policiais federais – inclusive os da Rodoviária Federal – para debater uma solução que evite, a priori, uma paralisação nacional das forças. Torres e o Governo estão preocupados com a possibilidade de greve das categorias às vésperas do início da campanha eleitoral. A PF e PRF não aceitam apenas os 5% de reajuste salarial prometido para o funcionalismo público federal.
[COLUNA ESPLANADA] Ministro tenta evitar paralisação nacional das forças de segurança

18/04/2022 08:24

A conta política da falácia do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a real valorização da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal caiu na mesa do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres. Ele pediu uma reunião para hoje à tarde com dirigentes das associações de classes de delegados e policiais federais – inclusive os da Rodoviária Federal – para debater uma solução que evite, a priori, uma paralisação nacional das forças. Torres e o Governo estão preocupados com a possibilidade de greve das categorias às vésperas do início da campanha eleitoral. A PF e PRF não aceitam apenas os 5% de reajuste salarial prometido para o funcionalismo público federal.


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