07 DEZ 2019 | ATUALIZADO 13:29
SAÚDE

Governador quer diálogo para evitar greve na UERN

Em reunião intermediada pelo prefeito Francisco José Junior, reitor Pedro Fernandes e o governador Robinson Faria decidiram se reunir com os sindicatos para conversar e encontrar uma saída
Josemário Alves
07/05/2015 20:17
Atualizado
14/12/2018 08:05
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Imagem 1 -  Governador quer diálogo para evitar greve na UERN
Josemário Alves / Arquivo 2014

O reitor Pedro Fernandes, da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), por intermédio do prefeito Francisco José Junior, foi recebido pelo governador Robinson Faria na noite desta quinta-feira, 7, em Natal, para tratar da campanha salarial dos servidores da instituição.

Após a reunião, o governador Robinson Faria disse que vai agendar uma reunião com os líderes dos Sindicatos para dialogar. "Através do diálogo com a categoria, vamos buscar uma solução", diz.

Com reunião ou não, os servidores da UERN, assim como também da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) emitiram notas de que vão realizar assembléia para votar indicativo de greve.

O clima entre servidores da UERN é de desâmino principalmente em função da falta de recursos no Estado. Eles querem os direitos deles, mas são conscientes que o Governo não tem recursos.

Os docentes da UERN querem cumprimento do acordo salarial firmado em 2014 pelo Governo do Estado.

Segundo a associação dos docentes da UERN (ADUERN), “faz se urgente a mobilização da Universidade para que os direitos, tanto dos docentes, quanto dos demais servidores sejam assegurados”.

Greve Federal

A mobilização dos professores da UERN é estentida aos corredores da Universidade Federal Rural do Semiárido.Eles querem o estabelecimento de Data-base, política salarial permanente, e 10% do PIB para a educação pública no País. A primeira proposta, eles não aceitam abrir mão, a segunda existe dúvidas.

Em entrevista ao MOSSORÓ HOJE no início de abril, o professor Joaquim Pinheiro, presidente da ADUFERSA, alertou sobre a possibilidade de paralisação.

“Se até maio, não houver negociação, há uma grande possibilidade de entrarmos em greve, como foi feito em 2012. Com um detalhe: será uma greve geral com, pelo menos, 29 categorias”, destacou Joaquim.

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