13 MAI 2026 | ATUALIZADO 13:56
POLÍTICA
Da redação
17/10/2016 07:00
Atualizado
13/12/2018 20:04

Secretária da Casa Civil cobra maior atuação da bancada potiguar no envio de recursos pela União

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Tatiana Mendes Cunha utilizou sua conta no twitter para demonstrar insatisfação com ajuda de apenas R$ 7,2 milhões ao RN anunciada pelo presidente Temer
Imagem 1 -  Secretária da Casa Civil cobra maior atuação da bancada potiguar no envio de recursos pela União
Reprodução/Twiter
A secretária-chefe da Casa Civil do Rio Grande do Norte, Tatiana Mendes Cunha, utilizou sua conta no twitter para demonstrar insatisfação com a ajuda de apenas R$ 7,2 milhões ao Estado anunciado pelo presidente Michel Temer. A auxiliar do governador Robinson Faria também cobrou um posicionamento mais efetivo da bancada potiguar quanto à distribuição de recursos pela União.

“O Presidente Michel Temer editou a MP para liberar R$ 1,950 bilhão a Estados e municípios, com o objetivo de fomentar as exportações do País. Em tese seria uma excelente notícia. O problema é quando olhamos com lupa para a divisão desses recursos. Essa medida provisória, em nada beneficia o Nordeste. Enquanto Mato Grosso vai ficar com mais de 20% dos recursos - quase R$ 400 milhões - por causa da soja, ao RN cabem R$ 7,2 milhões”, pontuou a secretária.

Tatiana Mendes Cunha, que já tinha utilizado o twitter para manifestar sua indignação quanto à ajuda do Governo Federal apenas aos estados da região Sul e ao Rio de Janeiro, afirmou que é injusto estados como Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Espirito Santo e Rio Grande do Sul receberam, juntos, mais de um bilhão de reais do total.

“Mais da metade. Volto a falar do Pacto Federativo, da harmonia de tratamento com os Estados, da proporcionalidade e não de privilégios. O RN deveria receber pelo menos R$ 1 bilhão para compensar as perdas de arrecadação e ser possível prestar serviços básicos a população. Até mesmo do dinheiro da repatriação, ainda em discussão na Câmara, o valor destinado ao RN é pequeno. Segundo cálculos, R$ 113 milhões. Sinto falta de um posicionamento efetivo da nossa bancada federal. São três senadores e oito deputados que precisam cobrar igual tratamento”, comentou.
 

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