18 JUN 2019 | ATUALIZADO 16:02
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Longa gravado no RN vence Prêmio do Júri no Festival de Cannes

O filme é estrelado por Sônia Braga e foi gravado nas cidades de Parelhas e Acari, no Rio Grande do Norte. É a primeira vez que o Brasil ganha na categoria, terceira mais importante da competição oficial do evento francês.
COM INFORMAÇÕES DO G1
27/05/2019 08:35
Atualizado
27/05/2019 08:38
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Longa gravado no RN vence Prêmio do Júri no Festival de Cannes
‘Bacurau” foi premiado durante o festivau que aconteceu no sábado (25), na França
FOTO: REUTERS

O filme brasileiro "Bacurau" ganhou o Prêmio do Júri no Festival de Cannes neste sábado (25), em empate com o drama francês "Les Misérables".

É a primeira vez que o Brasil ganha na categoria, terceira mais importante da competição oficial do evento francês.

"Trabalhamos para a cultura no Brasil e o que precisamos é de seu apoio", afirmou o diretor Kleber Mendonça Filho ao receber o prêmio, segundo a agência de notícias France Presse.

Ele divide a direção de "Bacurau" com Juliano Dornelles, que foi seu diretor de arte em "Aquarius" (2016).

"É um filme sobre o Nordeste, um filme sobre o Brasil, é um filme sobre educação, sobre história e estou muito feliz que esse filme nasceu aqui no Festival de Cannes e agora está começando a correr o mundo", afirmou Kleber. "Vamos cuidar mais uns dos outros e respeitar a cultura, a educação, a ciência e o conhecimento", completou Dornelles.

Bacurau foi gravado no Rio Grande do Norte, nas cidades de Parelhas e Acari, Seridó potiguar. Além disso, o longa também contou com a participação da comunidade local. As gravações terminaram em maio de 2018.

Na premiação principal de Cannes, são distribuídos sete prêmios. O mais importante é a Palma de Ouro, ganhado neste ano pelo coreano "Parasite". Além dele, há o Grand Prix, o Prêmio do Júri e as categorias de direção, roteiro, ator e atriz.

O Prêmio do Júri é entregue desde 1946. Em 2019, o júri do festival é presidido pelo diretor mexicano Alejandro González Iñárritu.


SOBRE O QUE PE ‘BACURAU’

O filme retrata um pequeno povoado do sertão que sofre com a morte de Dona Carmelita, uma mulher muito querida. Dias depois, os moradores percebem que a comunidade não está mais nos mapas.

Pela primeira vez, Juliano Dornelles divide com Kleber Mendonça Filho a autoria e direção do longa, uma coprodução Brasil-França.


Longa gravado no RN vence Prêmio do Júri no Festival de Cannes

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