19 MAI 2026 | ATUALIZADO 21:48
POLÍCIA
CEZAR ALVES
02/07/2019 08:43
Atualizado
02/07/2019 08:44

Dupla no banco dos réus em Mossoró por homicídio em 2012

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Marceneiro e autônomo mataram, sem motivo aparente, Jefferson Alexandre quando este saía de uma festa com um amigo no bairro Bom Jesus, zona sul de Mossoró, há sete anos
Imagem 1 -  Juiz Vagnos Kelly preside os trabalhos do Tribunal do Júri Popular nesta terça-feira, dia 2, que deve ser concluído após meio dia
Juiz Vagnos Kelly preside os trabalhos do Tribunal do Júri Popular nesta terça-feira, dia 2, que deve ser concluído após meio dia
FOTO: MOSSORÓ HOJE

O Tribunal do Júri Popular volta a se reunir nesta terça-feira (2) de junho para julgar acusados de crime contra a vida, ocorrido no dia 9 de setembro de 2012, no bairro Bom Jesus

Sentam-se no banco dos réus às 8h30 no Fórum Municipal o marceneiro Alan Deyvison Abreu Fernandes e o autônomo Aldislan Araújo de Melo, o Doideira, ambos com 26 anos.

Segundo relata o Ministério Público Estadual, os dois, usando uma motocicleta, mataram Jefferson Alexandre Lopes da Silva sem motivo aparente. Apenas atiraram na vítima.

O crime aconteceu por volta de 4h30 da manhã, quando a vítima Jefferson Alexandre estava se deslocando com um amigo (retornava de festa) nas imediações da Igreja do bairro Bom Jesus.

A dupla mandou o amigo de Jefferson (estava de passageiro) parar a moto e atiraram 6 vezes na vítima. Na época, a Polícia conduziu cinco suspeitos para DP de Plantão na época.

A Polícia Civil investiu o caso e definiu quando de fato matou Jefferson Alexandre e enviou o processo a Justiça. O julgamento começa com o sorteio dos sete jurados.

Em seguida, o promotor de Justiça Italo Moreira Martins terá 90 minutos para mostrar aos jurados o grau de culpa dos réus no crime, possivelmente pedindo a condenação.

O segundo passe dos debates é com o advogado José Galdino da Costa, que vai fazer a defesa dos réus no plenário. A tese da defesa não foi revelada. Só no plenário.

Concluído os debates, o juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, que preside dos trabalhos, aplica a sentença conforme os termos aprovados pelos jurados na Sala Secreta.

O julgamento deve ser concluído por volta de meio dia.


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