21 SET 2019 | ATUALIZADO 13:00
MOSSORÓ

O sonho da sede própria do 12 BPM começa a ganhar corpo em Mossoró

Senador Jean Paul Prates e a deputada Isolda Dantas visitaram uma área após o Campus da UERN junto com o comandante Humberto Pimenta, do 12 BPM, que pode ser usada para construir a sede da PM e até mesmo um complexo de Polícia
Cezar Alves, da Redação
17/08/2019 12:04
Atualizado
17/08/2019 12:41
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Imagem 1 -  Arquiteta Brunaes Medes mostra no mapa o terreno que pode ser cedido para ser construído o 12BPM e ou um Complexo de Policia na região Leste de Mossoró
Arquiteta Brunaes Medes mostra no mapa o terreno que pode ser cedido para ser construído o 12BPM e ou um Complexo de Policia na região Leste de Mossoró
Foto: Cezar Alves

O sonho do comandante do 12º BPM, tenente coronel Humberto Pimenta, de ter uma sede própria e num local adequado, começa a se desenhar em Mossoró. Atualmente a unidade funciona num prédio alugado, às margens da BR 304, que não tem a estrutura adequada e nem acessibilidade para patrulhamento ostensivo da região leste de Mossoró/RN.

O senador Jean Paul Prates e a deputada estadual Isolda Dantas, ambos do PT, visitaram uma área na região do Alto da Pelonha, onde futuramente pode ser construído o 12º Batalhão de Polícia Militar ou um complexo de polícia para atender a região leste de Mossoró-RN.

O primeiro passo, segundo o senador Jean Paul Prates, para qualquer obra estruturante, é ter o terreno com a escritura pública. Com este documento, argumenta-se as necessidades do empreendimento e requer os recursos junto as instituições de governo.

Entusiasta da proposta, o comandante do 12º BPM, tenente coronel Humberto Hermógenes Pimenta, acompanhou o senador Jean Paul e a deputada Isolda Dantas, explicando a necessidade extrema de se ter um prédio próprio e num local adequado.

Humberto disse que atualmente o 12º BPM está funcionando num prédio alugado e num local inadequado para atender os chamados da região leste de Mossoró. Na região após a UERN, é possível atender com relativa rapidez a toda a região leste da cidade.


Também acompanhou o senador o subchefe do Gabinete da Reitoria, o professor Esdras Marchezan, o pró-reitor de Assuntos Estudantis Erison Natécio, o pró-reitor adjunto de administração Jandson Dantas e a Arquiteta e Urbanista da UERN Bruna Medeiros.

O comandante Humberto Pimenta mostrou a papelada que já foi dado entrada nas instâncias do Governo na gestão passada, com este mesmo objetivo e o projeto não andou. Disse que já iniciou de novo o processo e que sempre foi bem recebido pelo reitor Pedro Fernandes.

Outra questão lembrada pelo comandante Humberto é que a proposta tem a simpatia do secretário de Segurança Francisco Araújo, e do comandante geral da PM, o coronel PM Alarico Azevedo. “Todos estão de acordo”, garante o comandante Humberto.

Os servidores da UERN, representando o reitor, mostraram o desenho da área pertencente a UERN e a disposição de ceder ou doar, como o jurídico orientar, para a construção do 12º BPM ou o Complexo de Polícia na região do Alto da Pelonha.


Os técnicos mostraram ao senador e a deputada que o local tem espaço para fazer a sede do 12º BPM, uma Central de Delegacias Especializadas da Polícia Civil, uma sede apropriada para o Instituto Técnico-científico de Perícia e também para o Corpo de Bombeiros, formando assim um complexo de polícia numa região com boa visibilidade a acessibilidade.

A deputada Isolda Dantas observou que a proposta é construir a estrutura é fora do Campus da UERN, mas numa distância que garante a segurança não só dos universitários, mas também aos moradores dos conjuntos Vingt Rosado, Geraldo Melo, Walfredo Gurgel, Odete Rosado, Jardim das Palmeiras e a toda estrutura do Poder Judiciário instalada na região.

Para a construção do batalhão ou do complexo de Polícia, o terreno precisa ser doado ou cedido pela UERN para este fim. O Comando Geral da PM já fez o pedido, que agora precisa ser aprovado pela Fundação da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (FUERN).

O passo seguinte é encontrar a fonte de recursos para erguer o prédio, que pode ser do Banco Mundial ou da Secretaria Nacional de Segurança. “O primeiro passo é ter o terreno com a escritura pública. Aí caímos em campo pelos recursos”, diz o senador Jean Paul Prates.

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