03 ABR 2020 | ATUALIZADO 19:01
NACIONAL
COM INFORMAÇÕES DO G1
13/01/2020 15:24
Atualizado
13/01/2020 17:29

Petrobras anuncia redução de 3% no preço dos combustíveis nas refinarias

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Os novos valores passaram a ser praticados a partir desta terça-feira (14). O último reajuste da gasolina anunciado pela Petrobrás tinha sido no dia 27 de novembro, quando o preço do combustível nas refinarias foi elevado em 4%. Já o diesel tinha a cotação estável desde 21 de dezembro, quando houve um aumento de 3%.
Imagem 1 -  Petrobras anuncia redução de 3% no preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Os novos valores passaram a ser praticados a partir desta terça-feira (14).
Petrobras anuncia redução de 3% no preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Os novos valores passaram a ser praticados a partir desta terça-feira (14).
FOTO: REPRODUÇÃO

A Petrobras anunciou a redução de 3% no preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias. Os novos valores passam a ser praticados a partir desta terça-feira (14).

O último reajuste da gasolina anunciado pela Petrobrás tinha sido no dia 27 de novembro, quando o preço do combustível nas refinarias foi elevado em 4%. Já o diesel tinha a cotação estável desde 21 de dezembro, quando houve um aumento de 3%.

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A Petrobras tem reiterado que sua política de preços para a gasolina e o diesel segue o princípio da paridade de importação, formada pela cotação internacional dos produtos mais os custos de importadores, como transporte e taxas portuárias, com impacto também do câmbio, destaca a Reuters.

A redução do preço dos combustíveis nas refinarias ocorre após um acomodação dos preços internacionais do petróleo.

O petróleo Brent (referência internacional) fechou abaixo dos US$ 65 por barril na sexta-feira (10) e registrou a primeira queda semanal (-5,3%) desde o final de novembro, em patamares inferiores aos registrados antes do início das tensões no Oriente Médio.

No dia 6, o preço do barril do tipo Brent chegou a bater US$ 70, valor mais alto desde setembro. Nesta segunda-feira (13), os preços de referência da commodity caíam cerca de 1% no início da tarde.

No dia 3, após os ataques dos Estados Unidos que mataram um comandante militar do Irã e elevaram a tensão no Oriente Médio, a Petrobras divulgou comunicado em que já afirmava que não faria um reajuste imediato nos preços dos combustíveis.

A estatal destacou na ocasião que, "de acordo com suas práticas de precificação vigentes", não há periodicidade pré-definida para reajustes dos valores dos combustíveis nas refinarias.

"Os reajustes estão bem em consonância com o que aconteceu no mercado internacional. As cotações devolveram bastante depois do pico da crise no Oriente Médio, e eles (o mercado) já tiraram praticamente todo o risco do preço do petróleo", afirmou à Reuters o chefe da área de óleo e gás da consultoria INTL FCStone, Thadeu Silva.

"Na semana passada, a Petrobras já poderia ter reduzido o preço, mas eu acredito que eles esperaram a situação se acalmar, passar o fim de semana, para ver se não haveria nenhum repique na crise lá fora."

Em meio a preocupações com os possíveis efeitos de tensões no Oriente Médio sobre os preços dos combustíveis, o governo federal tem estudado alternativas para aliviar repasses de altas do petróleo aos combustíveis.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse durante na semana passada que o governo avalia utilizar recursos de royalties e participações especiais cobradas sobre a produção de petróleo para compensar eventuais impactos dos preços internacionais nas bombas.


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