05 JUN 2020 | ATUALIZADO 20:37
SAÚDE
23/03/2020 11:48
Atualizado
23/03/2020 11:48

Obrigatório nas maternidades brasileiras, teste do coraçãozinho pode salvar vidas

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Tão importante quanto o teste do pezinho, por exemplo, o teste do coraçãozinho é obrigatório para recém-nascidos desde 2014. Com a implementação da triagem neonatal, a mortalidade infantil caiu 33%.
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FOTO: REPRODUÇÃO

Você já deve ter ouvido falar dos testes do pezinho, orelhinha, linguinha e olhinho. Tão importante quanto, o teste do coraçãozinho é obrigatório para recém-nascidos desde 2014. Com a implementação da triagem neonatal, a mortalidade infantil caiu 33%.

Professora e coordenadora do Projeto Teste do Coraçãozinho, a cardiologista pediátrica Drª Gisele Pacheco, que também faz parte do Hapvida, explica a importância do exame.

“Os testes de triagem neonatal têm como objetivo diagnosticar doenças ou alterações congênitas que podem prejudicar o desenvolvimento dos recém-nascidos, e que poderão ser melhor tratadas quando descobertas precocemente”.

Segundo a cardiologista, o teste do coraçãozinho, por sua vez, é um exame capaz de identificar cardiopatias congênitas críticas. Pesquisas revelam que a incidência desse tipo de cardiopatia é de 1 a 2 entre 1000 bebês nascidos vivos.

Tais cardiopatias necessitam, na maioria das vezes, de intervenção e tratamento imediatos, motivos que tornam o teste do coraçãozinho um exame fundamental para os recém-nascidos.

De acordo com a médica, quanto mais cedo a malformação cardíaca for diagnosticada, melhores as chances de sua cura, seja com tratamento medicamentoso, cateterismo, cirurgia ou de convivência com o problema, mantendo uma boa qualidade de vida.

O exame deve ser feito entre 24 e 48 horas após o nascimento e é oferecido também pelo Sistema Único de Saúde (SUS).


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