08 AGO 2020 | ATUALIZADO 13:32
NACIONAL
01/07/2020 09:46
Atualizado
01/07/2020 09:46

Brasil tem quase 60 mil óbitos provocados pelo novo coronavírus

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Os dados atualizados da pandemia foram divulgados na noite desta terça-feira (30), pelo Ministério da Saúde. São 59.594 mortes provocadas pelo vírus e 1.402.041 de casos positivos da Covid-19.
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FOTO: REPRODUÇÃO

O Ministério da Saúde divulgou a atualização dos número da Covid-19 no Brasil, na noite desta terça-feira (30). Ao todo, o país já registra 59.594 mortes provocadas pelo novo coronavírus e 1.402.041 de casos positivos da Covid-19.

A marca representa um aumento de 2,1% em relação ao balanço da segunda-feira (29), quando foram contabilizados 58.314 óbitos em função da doença. Ainda há 3.950 mortes em investigação.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 28,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes subiu para 667,2.

O balanço aponta ainda que 552.407 pacientes estão em observação, enquanto o total de recuperados desde o início da pandemia é de 790.040.

Geralmente, o número de novos registros de óbitos e casos confirmados de covid-19 é menor aos sábados, domingos e segundas-feiras devido à dificuldade de as secretarias estaduais alimentarem o banco de dados com as notificações. Já às terças-feiras, os números são maiores em razão do acúmulo de notificações dos dias anteriores.

COVID-19 NOS ESTADOS

Os estados com mais mortes em função da pandemia são São Paulo (14.763), Rio de Janeiro (10.080), Ceará (6.146), Pará (4.920) e Pernambuco (4.829).

Já as unidades da Federação com menos óbitos são Mato Grosso do Sul (46), Tocantins (200), Roraima (283), Santa Catarina (341) e Acre (365).

VACINA DE OXFORD PODE SER DISTRIBUÍDA ESTE ANO, DIZ ASTRAZENECA

A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca.

O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

“Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período.


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