30 OUT 2020 | ATUALIZADO 08:15
POLÍCIA
CEZAR ALVES
30/09/2020 12:32
Atualizado
30/09/2020 12:36

Caso Euriclides: réus, testemunhas são ouvidos na Justiça em Apodi

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Audiência virtual começou as 8h30 e deve entrar pela tarde. No horário da manhã foram ouvidas as testemunhas de acusação e no início da tarde serão interrogadas as testemunhas de defesa e os réus
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FOTO: REPRODUÇÃO

Neste dia 30 de setembro acontece mais um capítulo do caso do assassinato do engenheiro Euriclides Goes Torres, ocorrido no dia 23 de junho de 2019, após um arraiá no Centro da cidade de Apodi, região Oeste do Rio Grande do Norte.

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Após o crime, que aconteceu em via pública, a Polícia chegou ao nome de um dos suspeitos, que confessou o caso e entregou os demais envolvidos.

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Com a prisão do suspeito Raimundo da Costa Sousa Junior e ouvindo testemunhas, a policia chegou aos nomes de Francisco Patrício de Freitas Filho, o Pikaxu, e a namorada dele, Raimunda Layla Morais Sales, filha de cidadão influente na cidade.

No primeiro momento, o inquérito policial não conseguiu provas contra a suspeita. Indiciou Raimundo da Costa e Pikaxu. Entretanto, o Ministério Público Estadual abriu uma investigação paralela e conseguiu provas contra Raimunda Layla e também a denunciou.

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O processo passou a tramitar na Justiça, que designou este dia 30 de setembro para a Audiência de Instrução de julgamento das partes. Estão sendo ouvidos desde às 8h30 da manhã, no sistema virtual, devido ao novo coronavírus, testemunhas e réus.

Raimunda Layla será ouvida através de vídeo conferência. Ela está no escritório do advogado dela. Já Raimundo Costa e Pikaxu vão ter acesso a equipamento de transmissão nos respectivos presídios em que estão custodiados para serem interrogados.

No horário da manhã, o juiz do caso, João Makson Bastos de Oliveira, conseguiu interrogar as testemunhas de acusação e agora no início da tarde deve ouvir o que tem a dizer as testemunhas de defesa. Por fim, serão interrogados os três réus.

Ao final desta audiência, o juiz deve abrir prazos para os advogados de defesa e o Ministério Público Estadual apresentarem suas argumentações. Em seguida, ele deve decidir quem vai, ou não, ser julgado pela sociedade apodiense pelo assassinato de Euriclides.


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