26 JAN 2021 | ATUALIZADO 19:38
EDUCAÇÃO
05/01/2021 09:45
Atualizado
05/01/2021 09:50

Professor do IFRN Pau dos Ferros desenvolve iogurte em pó com maior durabilidade

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A novidade é fruto de pesquisas do docente e pesquisador do Campus, professor Emanuel Neto Alves de Oliveira, desenvolvidas a partir de sua tese de doutorado na UFCG. Segundo ele, o iogurte em pó, “além de ter um maior período de validade, ainda pode atingir mercados mais distantes da região produtora, o que não acontece atualmente com os iogurtes tradicionalmente encontrados nos supermercados”.
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FOTO: REPRODUÇÃO/IFRN

O professor do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, mais precisamente do Campus Pau dos Ferros, Emanuel Neto Alves de Oliveira, criou e patenteou a fórmula de um iogurte em pó.

O produto foi desenvolvido através de pesquisa realizada em laboratórios do Campus de origem do professor e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), onde ele cursa doutorado.

Intitulada “Desenvolvimento e caracterização de preparado sólido para iogurte prebiótico de manga”, a tese de doutorado do professor Emanuel visa promover maior estabilidade (tempo de consumo) a este produto alimentício tão bem aceito e consumido pela população brasileira.

Segundo ele, ao aumentar a durabilidade do alimento, ele pode ser facilmente comercializado em mercados mais distantes.

“O alimento desenvolvido não necessita de refrigeração, com isso o iogurte em pó, além de ter um maior período de validade, ainda pode atingir mercados mais distantes da região produtora o que não acontece atualmente com os iogurtes tradicionalmente encontrados nos supermercados”, detalha.

PATENTES

Para complementar o sucesso do trabalho, Emanuel comemora a conquista do depósito de duas patentes no Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o INPI, e fala da importância desta pesquisa.

“O nosso produto é uma revolução para a indústria de produtos lácteos, pois além de possuir validade quase 9 vezes maior do que o iogurte tradicional, ainda gera economia de energia elétrica e de logística, visto que não precisa de refrigeração no seu transporte e nem armazenamento", relata Emanuel.

Das patentes, a primeira delas é referente ao iogurte em pó. A segunda diz respeito ao iogurte pronto para o consumo obtido a partir do preparado sólido. As patentes já estão oficialmente depositadas no órgão.


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