16 MAI 2022 | ATUALIZADO 18:20
MOSSORÓ
09/03/2022 18:21
Atualizado
09/03/2022 18:30

“Eu sei que se não fossem eles, eu não estaria com meu filho aqui”, diz mãe de rapaz salvo por bombeiros

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Henrique Freitas, de 22 anos, filho de Zelândia Freitas, se envolveu em um acidente automobilístico no dia 16 de novembro de 2021, na avenida Felipe Camarão, e teve traumatismo craniano encefálico grave, com obstrução nas vias respiratórias, tendo sido salvo graças a primeiro atendimento realizado pelo corpo de bombeiros, ainda no local do acidente. Na manhã desta quinta-feira (9), a mãe e o rapaz, além do outro filho dela, Arthur Freitas, de 7 anos, foram até o batalhão agradecer aos bombeiros por terem salvo a vida dele.
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FOTO: CEDIDA/CBM MOSSORÓ

Na manhã desta quarta-feira (9) o Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar do município de Mossoró, localizado no Aeroporto, recebeu uma visita muito especial.

Dona Zelândia Freitas, acompanhada dos filhos Henrique Freitas, de 22 anos, e Arthur Freitas, de 7 anos, foi ao local para agradecer aos militares por terem salvado a vida do filho mais velho, após este se envolver em um acidente automobilístico.

O caso aconteceu no dia 16 de novembro de 2021. Henrique estava numa motocicleta quando se envolveu em um acidente com mais um carro de passeio e um caminhão, na avenida Felipe Camarão.

O rapaz teve traumatismo craniano encefálico grave e estava desacordado quando os bombeiros chegaram ao local.

O responsável pelo atendimento dele foi o cabo Clíver. O bombeiro relatou que Henrique estava com as vias aéreas obstruídas quando ele chegou e foi necessário realizar um procedimento para desobstrução, visando evitar uma parada respiratória e cardíaca.

Henrique passou 26 dias internado no Hospital Regional Tarcísio Maia, sendo 4 dias em coma induzido. Ele ainda passou por duas cirurgia, no nariz e no maxilar, que quebraram com o impacto do acidente.

Em contato com o portal MOSSORÓ HOJE, Zelândia disse que ficou muito agradecida, que sempre achou o trabalho dos Bombeiros muito bonito e que agora admira ainda mais. “Eu sei que se não fossem eles, eu não estaria com meu filho aqui”, conta.

Ela explica que desde que soube que o filho havia sido salvo por um bombeiro, que havia dito que iria lá no batalhão agradecê-lo pessoalmente.

“Eu não tinha tido tempo ainda, porque meus dias estavam sendo dedicados a cuidar para que meu filho melhorasse, mas hoje eu fui”, disse, que levou o filho Henrique, hoje restabelecido, para também agradecer aos militares.

Durante a visita, Arthur, de apenas 7 anos, irmão de Henrique, falou que sempre quis ser bombeiro quando crescesse. Agora, depois que o irmão teve a vida salva por eles, a vontade aumentou ainda mais.


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