25 JUL 2024 | ATUALIZADO 18:39
POLÍCIA
com informações do ICEM Caraúbas
01/06/2024 10:56
Atualizado
01/06/2024 10:57

PM registra dois assassinatos em Caraúbas nas últimas 24 horas

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As vítimas foram: Antônio Nero Rosa, conhecido por Zé Antônio, de 49 anos, e José Martins de Lima, conhecido por Dezinho, de 46 anos. O primeiro foi morto com uma facaozada em frente à praça do bairro e outro com tiros de pistola dentro do quarto onde dormia com a esposa.
Imagem 1 -  As vítimas foram: Antônio Nero Rosa, conhecido por Zé Antônio, de 49 anos, e José Martins de Lima, conhecido por Dezinho, de 46 anos. O primeiro foi morto com uma facaozada em frente à praça do bairro e outro com tiros de pistola dentro do quarto onde dormia com a esposa.
As vítimas foram: Antônio Nero Rosa, conhecido por Zé Antônio, de 49 anos, e José Martins de Lima, conhecido por Dezinho, de 46 anos. O primeiro foi morto com uma facaozada em frente à praça do bairro e outro com tiros de pistola dentro do quarto onde dormia com a esposa.
Fotos: Icem Caraúbas

A Polícia Militar registrou dois assassinatos com requintes de crueldade na noite desta sexta-feira para sábado na cidade de Caraúbas, no Oeste do Rio Grande do Norte.

O primeiro caso teve como vítima Antônio Nero Rosa, conhecido por Zé Antônio, de 48 anos. Ele teria sido pego de surpresa e morto com um golpe de facão na cabeça. Apesar de o local do crime ter sido em frente à Praça Elizabeth Elita de Lima, no bairro Leandro Bezerra, a Polícia Militar não conseguiu obter informações sobre o que poderia ter motivado o crime.

O segundo caso de assassinato ocorreu já durante a madrugada deste sábado. José Martins de Lima, de 46 anos, estava dormindo em casa com a esposa quando foi morto. Segundo a testemunha ocular do caso (esposa da vítima), dois homens invadiram a casa, mandaram-na se afastar e mataram José Martins com tiros de pistola calibre 9mm.

Os dois corpos foram removidos para exames na sede do ITEP, em Mossoró, e serão investigados pela Delegacia de Polícia Civil de Caraúbas. Assim como na primeira ocorrência, neste segundo caso, a Polícia Militar pouco soube sobre o que teria motivado o crime. Quem sabe teme falar.

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