03 ABR 2025 | ATUALIZADO 12:06
POLÍCIA
01/04/2025 18:53
Atualizado
01/04/2025 19:08

Acusado matar devido a discussão em mesa de bar senta no banco dos réus

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Adriano Câmara da Silva Batista, o Gordin, de 30 anos, que está preso desde dezembro de 2024, senta no banco dos réus nesta quarta-feira, dia 2 de abril de 2025, para responder perante a sociedade pelo assassinato de Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, morto a tiros na madrugada do dia 14 de julho de 2024, no bairro Nova Mossoró, devido a uma discussão, pouco antes, numa mesa de bar.
Imagem 1 -  Adriano Câmara da Silva Batista, o Gordin, de 30 anos, senta no banco dos réus nesta quarta-feira, dia 2 de abril de 2025, para responder perante a sociedade pelo assassinato de Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, morto a tiros na madrugada do dia 14 de julho de 2024, no bairro Nova Mossoró, devido a uma discussão, pouco antes, numa mesa de bar.
Adriano Câmara da Silva Batista, o Gordin, de 30 anos, senta no banco dos réus nesta quarta-feira, dia 2 de abril de 2025, para responder perante a sociedade pelo assassinato de Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, morto a tiros na madrugada do dia 14 de julho de 2024, no bairro Nova Mossoró, devido a uma discussão, pouco antes, numa mesa de bar.

O Tribunal do Júri Popular se reúne nesta quarta-feira, dia 2 de abril de 2025, para julgar Adriano Câmara da Silva Batista, o Gordim, de 30 anos, pelo assassinato de Ivanildo Cabral da Silva, o Chumbrega, no da 14 de julho de 2024, no conjunto Nova Mossoró, em Mossoró-RN.

O Gordim seria o dono da arma usada no crime e também teria pilotado a moto para o Maiky Mateus Bezerra de Oliveira matar Chumbrega. Neste caso, Maiky Mateus não será levado a julgamento. Contra ele, o processo já foi extinto na Justiça, pois já está morto.

Maiky é o acusado de matar o pedreiro José Gilson Melquíades, natural de João Dias-RN, no bairro Pousada das Termas, em Mossoró, e, em seguida, fugir para o município de Assu, onde terminou sendo executado a tiros por desconhecidos que fugiram num carro.

O caso do assassinato em via pública durante a madrugada no conjunto Nova Mossoró, que teve como vítima Chumbrega, foi investigado pelos agentes da Divisão de Homicídios de Mossoró. Ao esclarecer os fatos, o Gordin foi preso.

Na delegacia, Gordin confessou o crime. Disse que na noite do crime, ele e a vítima Chumbrega discutiram num espetinho e foi ameaçado pela vítima, que usava uma faca. Gordin explicou que Chumbrega teria jogado bebida nos amigos que estavam com ele na mesa.

Nesta quarta-feira, dia 2 de março de 2025, o Gordin senta no banco dos réus para ser julgado pela sociedade mossoroense. Os trabalhos devem começar por volta das 9h, sob a presidência do juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, da Primeira Vara Criminal.

O promotor Ítalo Moreira Martins está inscrito para atuar na acusação, falando em nome do Ministério Público Estadual. Na defesa, o advogado Olavo Hamilton Ayeres Freire de Andrade e também Pedro Hamilton Ayres Freire de Andrade.

Após instalado dos trabalhos, está previsto a oitiva de uma testemunha do caso e o réu. Logo em seguida terá início os debates. O promotor Italo Moreira Martins deve falar primeiro em seguida será a vez dos advogados Olavo e Pedro Hamilton.

Ao final dos debates entre acusação e defesa, os sete membros da sociedade sorteados para compor o conselho de sentença, serão convocados pelo juiz presidente dos trabalhos a sala secreta, onde vão decidir pela culpa ou não do réu Gordin.

O júri deve terminar no início da tarde

Condenado por matar devido a um cachimbo de crack

Julgamento desta terça-feira, 1 de abril de 2025, Francisco de Assis Barbosa da Silva, de 29 anos, residente em Porto do Mangue-RN, foi condenado a 11,1 anos de prisão pelo assassinato de Wellington Alves do Carmo Galvão, com golpes de faca, no dia 6 de maio de 2024, por volta das 15h, perto do Lar da Criança Pobre, no bairro Abolição II, em Mossoró-RN.

Neste caso, Francisco de Assis e Wellington Galvão havia brigado em via pública, disputando a propriedade de um cachimbo para fumar crack. Após a briga, Francisco de Assis saiu do local e voltou armado com uma faca e matou Wellington Galvão a facadas.


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