08 OUT 2026 | ATUALIZADO 09:16
POLÍCIA
08/10/2026 08:05
Atualizado
08/10/2026 08:14

Acusado de tentar matar companheiro de trabalho com faca de pão senta no banco dos réus

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O MPRN colocou na denuncia que o réu Adriano Sousa da Silva desferiu cutiladas com uma faca de cortar pão no colega de trabalho José Edilson Pereira, por este ter reclamado com seu sobrinho, pedindo que parasse de bater boca no local. Adriano, ainda segundo a denúncia, teria aguardado o colega de trabalho ir dormir numa rede para atacá-lo com a faca de cortar pão. O júri começa de 9 horas, sob a presidência do juiz José Ronivon.
Imagem 1 -  O MPRN colocou na denuncia que o réu Adriano Sousa da Silva desferiu cutiladas com uma faca de cortar pão no colega de trabalho José Edilson Pereira, por este ter reclamado com seu sobrinho, pedindo que parasse de bater boca no local. Adriano, ainda segundo a denúncia, teria aguardado o colega de trabalho ir dormir numa rede para atacá-lo com a faca de cortar pão. O júri começa de 9 horas, sob a presidência do juiz José Ronivon.
O MPRN colocou na denuncia que o réu Adriano Sousa da Silva desferiu cutiladas com uma faca de cortar pão no colega de trabalho José Edilson Pereira, por este ter reclamado com seu sobrinho, pedindo que parasse de bater boca no local. Adriano, ainda segundo a denúncia, teria aguardado o colega de trabalho ir dormir numa rede para atacá-lo com a faca de cortar pão. O júri começa de 9 horas, sob a presidência do juiz José Ronivon.
Foto: Pedro Cezar

O Tribunal do Júri Popular (TJP) se reúne nesta quinta-feira, 8 de outubro de 2026, para julgar o operário Adriano Sousa da Silva, acusado de tentar matar  o colega de trabalho José Edilson Pereira no dia 23 de outubro de 2011, no bairro Abolição III, em Mossoró (RN).

O crime ocorreu após uma tarde de bebedeira, quando a vítima foi dormir em uma rede e acabou sendo golpeada com uma faca de cortar pão. De acordo com as investigações, a motivação teria sido uma discussão em que Edilson pediu que o sobrinho do acusado parasse de discutir com outro presente no local.

O réu, que responde ao processo em liberdade, comparece à sessão presidida pelo juiz José Ronivon. Os trabalhos começam por volta das 9h com o sorteio dos sete jurados que compõem o Conselho de Sentença, seguido pelo interrogatório do réu. Na ocasião, o acusado poderá optar por responder às perguntas das autoridades ou exercer o direito ao silêncio.

Durante os debates, o Ministério Público — representado pelo promotor de Justiça Frederico Augusto Pires Zelaya — e a Defensoria Pública — representada pelo defensor Bruno Bispo de Freitas — terão até 90 minutos cada para expor seus argumentos. Em seguida, os jurados se reúnem na Sala Secreta para a votação dos quesitos.

Se houver condenação, o magistrado calculará a pena aplicável e encerrará a sessão, cuja previsão de término é para o meio-dia desta quinta-feira. Seja qual for o resultado, cabe recurso. 

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