15 JUN 2024 | ATUALIZADO 22:35
ESTADO
Da redação
05/05/2016 06:11
Atualizado
12/12/2018 12:01

RN reduz casos suspeitos de microcefalia associados ao Zika

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Até 20 de abril o RN tinha 297 casos em investigação. De acordo com o último dado, o RN possui hoje 283 casos da malformação
Imagem 1 -  RN reduz casos suspeitos de microcefalia associados ao Zika
Reprodução

O Rio Grande do Norte registrou uma redução no número de casos suspeitos de microcefalia associados ao Zika. Até 20 de abril, foram registrados 297 casos em investigação. No entanto, de acordo com os dados registrados até 30 de abril, os casos diminuíram para 283.

Os números divulgados pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), da Secretaria do Estado de Saúde Pública (SESAP).

Atualmente, o RN possui 418 casos suspeitos da malformação. De acordo com a Sesap, houve uma redução na quantidade de registro dos casos. "Em 15 dias, relativos às Semanas Epidemiológicas 15 e 16, não houve aumento de casos, ficando em 417. E da semana 15 para a semana 17, o aumento foi de um caso", informou.

Mesmo com a redução dos números, a Secretaria continua alertando a população para o combate ao mosquito aedes aegyptae, vetor causador de doenças como dengue, zyka vírus e chikungunya e solicitando aos municípios a notificação.

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Dos 418 casos suspeitos de microcefalia, 314 são de nascimentos ocorridos em 2015, 90 são de nascimentos ocorridos até a semana epidemiológica (SE) 17, quatro foram de nascimentos ocorridos em 2014 e os demais estão entre os abortos e pré-natal.

O aumento da prevalência dos casos de microcefalia foi evidenciado especialmente a partir de setembro, com pico em novembro de 2015 (22,7 casos por 1.000 nascidos vivos).

Os casos notificados estão distribuídos em 81 municípios do estado. Do total, 283 estão sob investigação, 96 foram confirmados e 39 foram descartados (descartados por apresentar exames normais, por apresentar microcefalia e/ou malformações congênitas por causas não infecciosas ou por não se enquadrar nas definições de casos).

Com relação à prevenção, o Ministério da Saúde orienta as gestantes a adotar medidas que possam reduzir a presença do mosquito Aedes aegypti, com a eliminação de criadouros, e proteger-se mantendo portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça e camisa de manga comprida e utilizar repelentes permitidos para gestantes.

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