02 JUL 2026 | ATUALIZADO 21:24
MOSSORÓ
Da redação
23/01/2018 20:03
Atualizado
14/12/2018 01:11

Reclamando três meses sem receber, médicos ameaçam parar de atender nas UPAs em Mossoró

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Prefeitura de Mossoró descumpre mais uma vez acordo feito na Justiça Federal de pagar, em dia, um parcelamento feito com os médicos e os repasses pelos serviços prestados nas UPAs e SVO
Imagem 1 -  Reclamando três meses sem receber, médicos ameaçam parar de atender nas UPAs em Mossoró
O serviço de saúde em Mossoró/RN, que já está caótico, caminha para ficar pior. Onde já falta medicamentos e prédios enfrentam sérios problemas estruturais, falta material básico trabalhar, também faltam médicos receber pelos serviços prestados em dia.

Reclamando três meses sem receber, médicos ameaçam parar dia primeiro de fevereiro.

A Prefeitura Municipal de Mossoró descumpriu novamente acordo com a justiça Federal no que se refere ao pagamento dos médicos que prestam serviços nas três Unidades de Pronto Atendimento e também no Serviço de Verificação de Óbito.

Em comunicado emitido neste dia 23 de janeiro, os médicos avisaram que vão suspender os serviços a partir do dia 1o de fevereiro, no caso de a Prefeitura de Mossoro não pagar os meses de outubro, novembro e dezembro.

Os médicos, através da SAMA - cooperativa médica que representa os profissionais, cobram também duas parcelas em atraso referente ao parcelamento feito na Justiça Federal de um débito referente a novembro, dezembro de 2016 e janeiro de 2017. Na época, o débito da Prefeitura foi negociado para pagar em 15 parcelas.

A SAMA informa a sociedade mossoroense que espera que o Poder Judiciário adote as medidas possíveis para mediar junto ao município de Mossoro o pagamento dos profissionais, para que os serviços não sejam suspensos.

Neste sentido, a Justiça já marcou a data de segunda-feira, 29, da próxima semana para reunir a Prefeitura de Mossoró e a assessoria jurídica da SAMA para buscar uma saída amigável entre as partes. No caso de não haver acordo, a SAMA fala em pedir bloqueio judicial das contas da Prefeitura.

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