23 ABR 2019 | ATUALIZADO 23:37
MUNDO

Sobe para 446 o número de mortos após passagem de ciclone em Moçanbique

Os últimos dados mostram que também foram registrados 259 mortos no Zimbábue e 56 no Malauí. Para as agências humanitárias, o desastre em Moçambique tem semelhanças com as tragédias humanitárias do Iêmen e da Síria.
AGÊNCIA BRASIL
25/03/2019 09:52
Atualizado
25/03/2019 11:19
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Sobe para 446 o número de mortos após passagem de ciclone em Moçanbique
Diversos países já ofereceram ajuda humanitária e enviaram suprimentos de emergência para atender às vítimas.
FOTO: CRUZ VERMELHA

O número de vítimas da passagem do ciclone Idai por Moçambique, Malauí e Zimbábue aumenta diariamente. Pelos últimos dados, morreram 446 pessoas em Moçambique, 259 no Zimbábue e 56 no Malauí.

Para as agências humanitárias, o desastre em Moçambique tem semelhanças com as tragédias humanitárias do Iêmen e da Síria. 

A inundação criou um lago de 125 quilômetros de largura, devastando uma área antes ocupada por centenas de milhares de pessoas. 

Nos últimos dias, foram feitos esforços para reabrir a principal estrada de acesso à Beira, área mais afetada pelo desastre. A pista foi reaberta ontem (24). 

Brasil, Alemanha e vários países ofereceram ajuda para Moçambique. Os alemães doaram US$ 1,13 milhão para assistência humanitária. O Reino Unido também repassou dinheiro para o país africano. 

O governo do Canadá informou que fornecerá, inicialmente, US$ 3,5 milhões em assistência de emergência e doará suprimentos de emergência, incluindo lonas, kits de abrigo, mosquiteiros e cobertores. 

Outras contribuições vieram do Japão, Bélgica e Marrocos.

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