17 NOV 2019 | ATUALIZADO 18:15
NACIONAL

Bombeiros confirmam 6ª vítima do desabamento do Edifício Andréa

Rosane Marques de Menezes, de 56 anos, foi retirado por volta das 21 horas desta quinta-feira (17). Ela é a sexta vítima fatal da tragédia. A mãe de Rosane, Izaura, já havia sido encontrada morta na quarta-feira (16). O pai, Vicente de Paula, ainda está entre os desaparecidos.
COM INFORMAÇÕES DE O POVO
18/10/2019 09:39
Atualizado
18/10/2019 10:14
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Imagem 1 -  Bombeiros confirmam 6ª vítima do desabamento do Edifício Andréa.
Bombeiros confirmam 6ª vítima do desabamento do Edifício Andréa.
FOTO: JÚLIO CAESAR/O POVO

Até o final da noite desta quinta-feira (17) o corpo de bombeiros confirmou seis mortes causadas pelo desabamento do Edifício Andréa, ocorrido na terça-feira (15), em Fortaleza.

O corpo de Rosane Marques de Menezes, de 56 anos, foi retirado por volta das 21 horas. Ela é a sexta vítima fatal da tragédia. A mãe de Rosane, Izaura, já havia sido encontrada morta na quarta-feira (16). O pai, Vicente de Paula, ainda está entre os desaparecidos.

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), a identificação foi possível por meio da necropapiloscopia, que é realizada por meio da coleta da impressão digital do corpo e comparação com o documento pessoal.

O balanço após o 3º dia de buscas foi de sete pessoas resgatadas com vida e outras seis encontradas mortas. Nesta quinta-feira (17) os trabalhos foram concentrados nas áreas onde os escombros dos apartamentos 302 e 501 estavam localizados.

Apesar de passados quase três dias completos do acidente, a expectativa de encontrar alguém com vida ainda existe. As informações coletadas por meio de equipamentos e cães farejadores estão sendo utilizadas para traçar estratégias de aproximação.

"Pelo nosso estudo de situação, bate com o que os nossos cães, drones e câmeras térmicas indicaram. Estamos procurando pessoas que podem sim estar vivas", destaca o comandante.

"Em locais onde há sinalização de que possa haver vítimas, a gente faz todo um deslocamento de material de forma manual e com ferramentas manuais. Pontualmente, usamos maquinário em locais que não vão comprometer a estrutura da cena, nem a segurança do bombeiro, como forma de agilizar as intervenções. Uma intervenção feita com maquinário em 30 minutos pode durar horas manualmente", afirma.

Cerca de 500 pessoas estão envolvidas na força-tarefa que, desde a terça-feira (15), vem resgatando as vítimas do desabamento.

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