15 DEZ 2019 | ATUALIZADO 18:45
POLÍCIA

PM diz que reconhece Leo nas imagens que mostra o ataque a Ranyelle

O comandante do Destacamento da Polícia Militar de São Miguel disse que já o prendeu por receptação de moto roubada e que existe relatos de que ele havia sido visto, dias antes, apontando arma na cara de Renata Ranyelle
02/12/2019 18:45
Atualizado
03/12/2019 10:06
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Imagem 1 -  A Polícia Militar da cidade de São Miguel não têm dúvidas de que o vendedor de carros Paulo Roberto da Silva, o Leo, de 36 anos, foi quem realmente efetuou o disparo no de Renata Ranyelle. Quem tiver informações que possam ajudar a localizá-lo pode denunciar, anonimamente, pelo 181.
A Polícia Militar da cidade de São Miguel não têm dúvidas de que o vendedor de carros Paulo Roberto da Silva, o Leo, de 36 anos, foi quem realmente efetuou o disparo no de Renata Ranyelle. Quem tiver informações que possam ajudar a localizá-lo pode denunciar, anonimamente, pelo 181.
FOTO: DIVULGAÇÃO/PCRN

A Polícia Militar da cidade de São Miguel, do Alto Oeste do Rio Grande do Norte, não têm dúvidas de que o vendedor de carros Paulo Roberto da Silva, o Leo, de 36 anos, foi quem realmente efetuou o disparo no rosto da ex-mulher, a vendedora Renata Ranyelle Maciel de Almeida, no dia 23 de novembro, o que terminou por ocasionar sua morte seis dias depois.


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O primeiro e mais forte indício é que Leo vivia ameaçando Renata Ranyelle, inclusive apontando uma de fogo na cabeça dela, por não aceitar a separação proposta por ela.

Quando foi baleada, haviam mais ou menos 15 dias que ela havia voltado para a casa dos pais e o fato dela ter saído com um grupo de amigos, neste intervalo, teria sido o estopim para ele matá-la.

Outra constatação da polícia é que o pernambucano Leo teve outros casamentos em São Miguel e em todos as mulheres teriam sido agredidas por ele. Tinha comportamento violento e possesivo.

O comandante do Destacamento da Polícia Militar em São Miguel, Francisco Silva, disse que já o havia prendido, em 2016, por receptação de moto roubada.

Francisco Silva relata ainda que no dia da ocorrência avaliou as imagens e que não teve dúvidas de que realmente foi Leo que entrou na Loja Noauge e atirou na cabeça de Renata Ranyelle.

Disse que é sim possível reconhecê-lo, mesmo ele estando com jaqueta preta e com capacete escondendo o rosto. Para o policial, até o andar do suspeito é o mesmo.

Diante da desconfiança, o policial o conduziu a delegacia local, mas como havia um vídeo, da loja de carros onde trabalhava, mostrando Leo chegando apressado numa camioneta branca, no horário que aconteceu o ataque a Renata Ranyele, o suspeito foi posto em liberdade. Só que a Polícia descobriu que o horário mostrado no vídeo estava alterado.

Quando a Polícia Civil o procurou novamente (três dias após Renata Ranyelle ter sido baleada), Leo já havia fugido o distrito da culpa. Diante dos fatos, a Justiça decretou a prisão provisória do mesmo por um período de 30 dias, para que os policiais investigassem o caso.

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A foto de Leo foi divulgada nas redes sociais pela Polícia pedindo ajuda para localizá-lo. Os policiais pedem a quem souber informações sobre Leo, informar no 181.

Renata morreu na sexta-feira (29), na UTI do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, onde estava internada, em estado grave, desde o dia do crime.

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