20 JAN 2021 | ATUALIZADO 09:46
POLÍCIA
16/09/2020 12:20
Atualizado
16/09/2020 17:11

Suspeito de matar o barbeiro Leozinho é preso pela Polícia Civil em Tibau

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No momento da prisão, Valderi Lúcio de Medeiros estava com uma carteira contendo o nome "Polícia Militar", comprada, possivelmente, nas lojas de produtos policiais; Valderi atirou à queima-roupa contra Leonardo Borges da Silva, no dia 23 de agosto, no Espetinho do Major, em Mossoró. O Jovem morreu a caminho da UPA do Alto de São Manoel.
Imagem 1 -  Suspeito de matar o barbeiro Leozinho é preso pela Polícia Civil em Tibau. No momento da prisão, Valderi Lúcio de Medeiros estava com uma carteira contendo o nome "Polícia Militar", comprada, possivelmente, nas lojas de produtos policiais; Valderi atirou à queima-roupa contra Leonardo Borges da Silva, no dia 23 de agosto, no Espetinho do Major, em Mossoró. O Jovem morreu a caminho da UPA do Alto de São Manoel.
Suspeito de matar o barbeiro Leozinho é preso pela Polícia Civil em Tibau. No momento da prisão, Valderi Lúcio de Medeiros estava com uma carteira contendo o nome "Polícia Militar", comprada, possivelmente, nas lojas de produtos policiais; Valderi atirou à queima-roupa contra Leonardo Borges da Silva, no dia 23 de agosto, no Espetinho do Major, em Mossoró. O Jovem morreu a caminho da UPA do Alto de São Manoel.
FOTO: ARQUIVO

Na manhã desta quarta-feira (16) a Polícia Civil prendeu Valderi Lúcio de Medeiros, em uma residência localizada no município de Tibau.

Contra ele, existia mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva pelo homicídio de Leonardo Borges da Silva, o "Leozinho", ocorrido às 2h30 do dia 23 de agosto, no "Espetinho do Major", no bairro Alto do São Manoel, em Mossoró.

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No momento da prisão de Valderi, os policiais também apreenderam uma carteira contendo o nome "Polícia Militar", comprada, possivelmente, nas lojas de produtos policiais.

O crime foi considerado homicídio qualificado, pois foi incentivado por motivo fútil, além disso, impossibilitou defesa da vítima.

De acordo com as investigações, Valderi Lúcio estava no local e, sem qualquer motivo, promoveu uma "abordagem" ao Leonardo Borges da Silva. O suspeito se identificou como policial, mesmo sem exercer a profissão.

Leonardo Borges, ao ser abordado, solicitou a identificação funcional de Valderi, que se ofendeu e, chegando até a vítima, efetuou um disparo de arma de fogo à queima-roupa.

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Dias depois do crime, Valderi chegou a ser apresentar na delegacia de Mossoró, mas usou do direito de ficar calado e falar apenas em juízo.

Nesta quarta-feira (16), após a prisão, Valderi Lúcio foi conduzido até a delegacia e encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.


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