13 JUL 2024 | ATUALIZADO 18:16
POLÍCIA
22/11/2023 07:38
Atualizado
22/11/2023 07:38

TJP julga comerciante que matou suspeito de assediar sua namorada

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Marcos Cézar foi assassinado friamente, com tiro na nuca, quando chegava ao trabalho, na loja Via Hospitalar, localizada no cruzamento da Avenida João Marcelino com a Rua Melo Franco, perto do Hospital Wilson Rosado, às 7h30 do dia 20 de outubro de 2021. Julgamento do réu confesso deste crime, Robson Noberto, começa às 9 horas desta quarta-feira, 22, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins. A acusação é de homicidio qualificado.
Imagem 1 -  Marcos Cézar foi assassinado friamente, com tiro na nuca, quando chegava ao trabalho, na loja Via Hospitalar, localizada no cruzamento da Avenida João Marcelino com a Rua Melo Franco, perto do Hospital Wilson Rosado, às 7h30 do dia 20 de outubro de 2021. Julgamento do réu confesso deste crime, Robson Noberto, começa às 9 horas desta quarta-feira, 22, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins. A acusação é de homicidio qualificado.
Marcos Cézar foi assassinado friamente, com tiro na nuca, quando chegava ao trabalho, na loja Via Hospitalar, localizada no cruzamento da Avenida João Marcelino com a Rua Melo Franco, perto do Hospital Wilson Rosado, às 7h30 do dia 20 de outubro de 2021. Julgamento do réu confesso deste crime, Robson Noberto, começa às 9 horas desta quarta-feira, 22, no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins. A acusação é de homicidio qualificado.
Fotos Reprodução

O Tribunal do Júri Popular de Mossoró se reúne nesta quarta-feira, 22, a partir das 9 horas, para julgar o comerciante Robson Deuzacker Noberto da Costa Junior, réu confesso do assassinato do comerciário Marcos César Amâncio, no Fórum Municipal de Mossoró.

Marcos Cézar foi assassinado friamente, com tiro na nuca, quando chegava ao trabalho, na loja Via Hospitalar, localizada no cruzamento da Avenida João Marcelino com a Rua Melo Franco, perto do Hospital Wilson Rosado, às 7h30 do dia 20 de outubro de 2021.

Como ocorreu o crime?

Imagens mostram frieza de Robson Noberto no momento que foi matar Marcos César

https://mossorohoje.com.br/noticias/38425-imagens-de-cameras-de-seguranca-mostram-suspeito-de-homicidio-ocorrido-em-mossoro

O que motivou o crime?

“A vítima Marcos Cézar possuía um relacionamento amoroso com Rosineide Araújo Celestino Rosário, há aproximadamente 16 anos, quando esta descobriu que ele (à vítima), estava assediando sexualmente sua filha Emille Geovana Araújo de Medeiros, que é namorada de Robson, ora acusado”, narra o Ministério Público Estadual na denúncia.

Ainda conforme a peça judicial, “a vítima chegou a gravar vídeos de Emilly tomando banho e a espionava sem roupa com frequência, olhando-a pela brecha da porta do quarto. Inclusive, ele foi flagrado, pela própria Rosineide, masturbando-se na cozinha da sua residência”.

Acrescenta: “que esta situação, obviamente, ocasionou abalos psicológicos em Emilly, causando-lhe o abordo do filho que aguardava de Robson, o qual, ao tomar ciência do que estava ocorrendo, decidiu por praticar o homicídio de Marcos Cézar”.

Para os policiais que investigaram o caso, para os Ministério Público Estadual, não existe dúvidas quanto a autoria do crime e nem com relação a motivação do mesmo. O réu Robson Noberto confessa o crime e detalha a motivação.

O julgamento deve começar às 9 horas com o sorteio dos sete membros do Conselho de Sentença, com a presença dos advogados de defesa Francisco Galdino de Andrade Neto e Sergimar Francisco de Oliveira, bem como o promotor de Justiça Armando Lúcio Ribeiro e o assistente de acusação, o advogado Sidney Rego.

Feito a escolha do Conselho de Sentença, deve ser iniciado a oitiva das testemunhas do caso: Ellem Beatriz Araújo de Medeiros, Rosineide Araújo Celestino Rosário e Emilly Geovana Araújo de Medeiros. O réu Robson Noberto deve ser o último a ser ouvido no plenário do TJP.

Concluído as oitivas, começam os debates. O primeiro a ocupar o plenário do Tribunal do Júri é o promotor Armando Lúcio Ribeiro, que terá 90 minutos para expor o caso. Neste júri, o promotor vai dividir este tempo com o assistente de acusação, o advogado Sidney Rêgo.

Em seguida, os advogados de defesa vão apresentar suas teses. Eles terão 90 minutos. Encerrados os debates, quando o Conselho de Sentença estiver seguro para decidir pela punição por homicídio qualificado ou não do réu, o juiz presidente dos trabalhos, Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, chama as partes a Sala Secreta, para votação.

Conforme o que for decidido pelo Conselho de Sentença, o juiz presidente do TJP faz a dosimetria da pena e aplica. O julgamento deve terminar por volta das 15 horas.


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