02 MAR 2024 | ATUALIZADO 23:52
ECONOMIA
02/12/2023 09:40
Atualizado
02/12/2023 10:12

União envia R$ 103,4 milhões para o Governo do Estado e as 167 prefeituras

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O Governo do Estado ficará com a maior fatia: R$ 78,3 milhões. O restante será distribuído proporcionalmente com os 167 municípios. Natal receberá R$ 13,1 milhões, Mossoró R$ 3,6 milhões, Parnamirim R$ 3,6 milhões, São Gonçalo do Amarante R$ 1,9 milhão e Macaíba R$ 1,6 milhão. Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Imagem 1 -  O Governo do Estado ficará com a maior fatia: R$ 78,3 milhões. O restante será distribuído proporcionalmente com os 167 municípios. Natal receberá R$ 13,1 milhões, Mossoró R$ 3,6 milhões, Parnamirim R$ 3,6 milhões, São Gonçalo do Amarante R$ 1,9 milhão e Macaíba R$ 1,6 milhão. Marcello Casal Jr/Agência Brasil
O Governo do Estado ficará com a maior fatia: R$ 78,3 milhões. O restante será distribuído proporcionalmente com os 167 municípios. Natal receberá R$ 13,1 milhões, Mossoró R$ 3,6 milhões, Parnamirim R$ 3,6 milhões, São Gonçalo do Amarante R$ 1,9 milhão e Macaíba R$ 1,6 milhão. Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os 167 municípios do estado do Rio Grande do Norte começaram a receber R$ 103,4 milhões, referentes ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que sofreu perdas por conta de medidas tomadas na gestão passada.

A capital, Natal, é a que receberá a maior fatia, com R$ 13,1 milhões. A sequência dos cinco municípios que receberão mais recursos do FPM se completa com Mossoró (R$ 3,6 milhões), Parnamirim (R$ 3,6 milhões), São Gonçalo do Amarante (R$ 1,9 milhão) e Macaíba (R$ 1,6 milhão).

Há pouco mais de uma semana, foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) a Lei 14.727/2023, que abriu, no Orçamento, crédito especial de R$ 15 bilhões para compensar a perda de arrecadação de estados, municípios e Distrito Federal com a isenção de impostos determinada no ano passado pelo governo anterior.

Além do FPM, o estado de Alagoas receberá R$ 85,7 milhões do Fundo de Participação dos Estados, outra medida do Governo Federal no esforço para recompor o crédito de todos os estados da Federação.

Em todo o país, a recomposição totaliza R$ 6,17 bilhões, sendo R$ 4,17 bilhões para o FPM (municípios) e R$ 2 bilhões ao FPE (estados). Isso além de R$ 27 bilhões de ICMS, dos quais R$ 8,7 bilhões serão antecipados ainda neste ano.

O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), Alexandre Padilha, destacou que a prioridade do Governo Federal é atender as principais necessidades de estados e municípios, reforçando o compromisso de apoio financeiro necessário para que as demandas sejam atendidas.

“O presidente Lula cumpriu sua promessa com os prefeitos e prefeitas quando garantiu que nenhuma cidade receberá, em 2023, menos recursos do que recebeu em 2022”, disse.

“Nesses 11 meses de governo, o Governo Federal atendeu as entidades representativas de estados e municípios de todo o país. Assegurou o compromisso do presidente Lula com a retomada do pacto federativo e do diálogo permanente com os entes federados, para garantir a construção de uma lei que possa, efetivamente, auxiliá-los com esse apoio financeiro”, completou o ministro.

REGRA - De acordo com a Constituição Federal, o Governo Federal precisa transferir aos municípios uma parcela de 22,5% dos recursos arrecadados pelo Imposto de Renda (IR) e pelo Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI). Isso é feito por meio do Fundo de Participação. A divisão dos recursos é feita com base na população de cada município e na renda per capita de cada estado. O cálculo é feito com base em informações prestadas pelo IBGE anualmente ao Tribunal de Contas da União (TCU).

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