13 SET 2026 | ATUALIZADO 16:24
POLÍCIA
13/09/2026 16:01
Atualizado
13/09/2026 16:01

Polícia prende 10 em Mossoró-RN 2 em Natal-RN por fraude no Concurso para Policial Penal do RN

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As prisões foram em flagrante. Os suspeitos conduzidos e autuados na Delegacia de Plantão estavam utilizando pontos eletrônicos para ter acesso as respostas das provas dentro dos locais das provas. O trabalho de investigação que resultou nas prisões em flagrante, foi desenvolvido e executado pela policia Civil, com apoio da policia Penal do Rio Grande do Norte. A legislação prevê pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa.
Imagem 1 -  As prisões foram em flagrante. Os suspeitos conduzidos e autuados na Delegacia de Plantão estavam utilizando pontos eletrônicos para ter  acesso as respostas das provas dentro dos locais das provas. O trabalho de investigação que resultou nas prisões em flagrante, foi desenvolvido e executado pela policia Civil, com apoio da policia Penal do Rio Grande do Norte. A legislação prevê pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa.
As prisões foram em flagrante. Os suspeitos conduzidos e autuados na Delegacia de Plantão estavam utilizando pontos eletrônicos para ter acesso as respostas das provas dentro dos locais das provas. O trabalho de investigação que resultou nas prisões em flagrante, foi desenvolvido e executado pela policia Civil, com apoio da policia Penal do Rio Grande do Norte. A legislação prevê pena de 1 a 4 anos de prisão, além de multa.
REPRODUÇÃO

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte prendeu em flagrante, neste domingo (13), 12 pessoas suspeitas de envolvimento em fraude durante a aplicação das provas do concurso público da Polícia Penal do Rio Grande do Norte, em Natal e Mossoró.

A operação contou com o apoio da Secretaria de Estado da Administração Penitenciária (SEAP), por meio da Polícia Penal, e da Secretaria de Estado da Administração (SEAD).

Em Mossoró, dez pessoas foram presas em flagrante. Durante as diligências, foram identificados indícios da utilização de equipamentos eletrônicos, incluindo pontos eletrônicos, que teriam sido empregados para o recebimento de informações durante a realização das provas.

Em Natal, duas pessoas também foi identificadas e presas. As investigações apontam para a possível atuação de terceiros responsáveis pela resolução das questões fora dos locais de aplicação e pela transmissão das respostas aos candidatos por meio de equipamentos eletrônicos.

As condutas investigadas podem se enquadrar no artigo 311-A do Código Penal, que prevê como crime a utilização ou divulgação indevida de conteúdo sigiloso de concurso público, com o objetivo de beneficiar a si ou a terceiros ou de comprometer a credibilidade do certame. A pena prevista é de reclusão de um a quatro anos, além de multa.

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