24 OUT 2026 | ATUALIZADO 21:04

POLÍCIA

  Governo do RN, em Nota, diz que está com o pagamento em dia com a empresa Tekgeo, que tem o contrato para monitorar os presos até 30 de setembro. Porém, esta empresa está devendo US$ 675 mil a empresa norte-americana Track Group, que contratou para fazer o monitoramento dos presos no RN. A Secretaria de Administração Penitenciária diz que atualmente são 3.900 presos monitorados no RN e que apenas 340 ainda estavam com a Teckgeo, devendo estes presos serem transferidos para Central de Monitoramento Eletrônico (CEME), que venceu a licitação, até o final de setembro. O sinal foi cortado pela Track Group às 10h20 e foi restabelecido às 16h10.
Por falta de pagamento, empresa americana corta sinal de 340 tornozeleiras de presos no RN

31/08/2026 17:15

Governo do RN, em Nota, diz que está com o pagamento em dia com a empresa Tekgeo, que tem o contrato para monitorar os presos até 30 de setembro. Porém, esta empresa está devendo US$ 675 mil a empresa norte-americana Track Group, que contratou para fazer o monitoramento dos presos no RN. A Secretaria de Administração Penitenciária diz que atualmente são 3.900 presos monitorados no RN e que apenas 340 ainda estavam com a Teckgeo, devendo estes presos serem transferidos para Central de Monitoramento Eletrônico (CEME), que venceu a licitação, até o final de setembro. O sinal foi cortado pela Track Group às 10h20 e foi restabelecido às 16h10.

  Juntamente com outros quatro detentes — entre os quais os líderes do movimento, Railan Silva dos Santos (o General) e Selmir Almeida de Melo —, Deibson Nascimento (o Tatu) e Rogério Mendonça vão responder por matar, por decaptação, cinco presos durante a rebelião no Presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro Alves, em Rio Branco, no Acre, no dia 26 de julho de 2023. Os seis réus vão participar da Audiência de Instrução e Julgamento na 2ª Vara Criminal de Rio Branco por videoconferência.
Tatu e Martelo no banco dos réus por massacre no Presídio de Segurança Máxima do Acre-AC

30/08/2026 17:54

Juntamente com outros quatro detentes — entre os quais os líderes do movimento, Railan Silva dos Santos (o General) e Selmir Almeida de Melo —, Deibson Nascimento (o Tatu) e Rogério Mendonça vão responder por matar, por decaptação, cinco presos durante a rebelião no Presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro Alves, em Rio Branco, no Acre, no dia 26 de julho de 2023. Os seis réus vão participar da Audiência de Instrução e Julgamento na 2ª Vara Criminal de Rio Branco por videoconferência.

  Para o promotor de Justiça italo Moreira Martins, ao contrário do que declarou o advogado de defesa Jerônimio Bolão, as provas do processo contra o réu Italo Oliveira são sólidas e robustas e, mesmo assim, os sete jurados decidiram pela absolvição, o que levou a acusação a buscar anular o julgamento no Tribunal de Justiça do Estado. Na reportagem, tem a contextualização dos fatos e o detalhamento das provas.
“Foi uma absolvição injusta”, diz o promotor de Justiça Ítalo Moreira

30/08/2026 11:12

Para o promotor de Justiça italo Moreira Martins, ao contrário do que declarou o advogado de defesa Jerônimio Bolão, as provas do processo contra o réu Italo Oliveira são sólidas e robustas e, mesmo assim, os sete jurados decidiram pela absolvição, o que levou a acusação a buscar anular o julgamento no Tribunal de Justiça do Estado. Na reportagem, tem a contextualização dos fatos e o detalhamento das provas.

  O padeiro Valekson de Souza Menezes foi condenado a mais de 11 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Carlos Lacerda de Oliveira Júnior, ocorrido em 2024. No julgamento em Jucurutu (RN), a promotora Beatriz Azevedo de Oliveira demonstrou que o crime foi motivado por uma guerra entre facções rivais. A vítima teria sido alvo de uma armadilha na rua e, antes de falecer no hospital, revelou a identidade do atirador aos policiais.
Padeiro é condenado a 11 anos de prisão por homicídio em Jucurutu (RN)

28/08/2026 11:01

O padeiro Valekson de Souza Menezes foi condenado a mais de 11 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Carlos Lacerda de Oliveira Júnior, ocorrido em 2024. No julgamento em Jucurutu (RN), a promotora Beatriz Azevedo de Oliveira demonstrou que o crime foi motivado por uma guerra entre facções rivais. A vítima teria sido alvo de uma armadilha na rua e, antes de falecer no hospital, revelou a identidade do atirador aos policiais.

  O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte acolheu um pedido do Ministério Público e aumentou a punição de oito envolvidos em um desvio de R$ 19,3 milhões do Idema. A fraude aconteceu entre 2013 e 2014 através de transferências bancárias ilegais para empresas falsas, usando dinheiro de taxas ambientais. A decisão confirmou os crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa cometidos pelo grupo, que usava saques e bens para esconder o roubo. Até o momento, a Justiça já conseguiu recuperar cerca de R$ 6,4 milhões que foram retirados dos cofres públicos.
Operação Candeeiro: após pedido do MPRN, Justiça confirma condenações de grupo envolvido em desvios no Idema

28/08/2026 21:37

O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte acolheu um pedido do Ministério Público e aumentou a punição de oito envolvidos em um desvio de R$ 19,3 milhões do Idema. A fraude aconteceu entre 2013 e 2014 através de transferências bancárias ilegais para empresas falsas, usando dinheiro de taxas ambientais. A decisão confirmou os crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa cometidos pelo grupo, que usava saques e bens para esconder o roubo. Até o momento, a Justiça já conseguiu recuperar cerca de R$ 6,4 milhões que foram retirados dos cofres públicos.


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