28 AGO 2026 | ATUALIZADO 11:01
POLÍCIA
28/08/2026 11:01
Atualizado
28/08/2026 11:01

Padeiro é condenado a 11 anos de prisão por homicídio em Jucurutu (RN)

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O padeiro Valekson de Souza Menezes foi condenado a mais de 11 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Carlos Lacerda de Oliveira Júnior, ocorrido em 2024. No julgamento em Jucurutu (RN), a promotora Beatriz Azevedo de Oliveira demonstrou que o crime foi motivado por uma guerra entre facções rivais. A vítima teria sido alvo de uma armadilha na rua e, antes de falecer no hospital, revelou a identidade do atirador aos policiais.
Imagem 1 -  O padeiro Valekson de Souza Menezes foi condenado a mais de 11 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Carlos Lacerda de Oliveira Júnior, ocorrido em 2024. No julgamento em Jucurutu (RN), a promotora Beatriz Azevedo de Oliveira demonstrou que o crime foi motivado por uma guerra entre facções rivais. A vítima teria sido alvo de uma armadilha na rua e, antes de falecer no hospital, revelou a identidade do atirador aos policiais.
O padeiro Valekson de Souza Menezes foi condenado a mais de 11 anos de prisão em regime fechado pelo assassinato de Carlos Lacerda de Oliveira Júnior, ocorrido em 2024. No julgamento em Jucurutu (RN), a promotora Beatriz Azevedo de Oliveira demonstrou que o crime foi motivado por uma guerra entre facções rivais. A vítima teria sido alvo de uma armadilha na rua e, antes de falecer no hospital, revelou a identidade do atirador aos policiais.

O Tribunal do Júri de Jucurutu, no interior do Rio Grande do Norte, condenou o padeiro Valekson de Souza Menezes a 11 anos, 10 meses e 15 dias de reclusão pelo assassinato de Carlos Lacerda de Oliveira Júnior. O julgamento, que terminou na última quarta-feira (26), foi presidido pelo juiz Uédson Bezerra Costa Uchoa.

A sentença atende aos pedidos da promotora Beatriz Azevedo de Oliveira, do Ministério Público Estadual (MP-RN), que acusou o réu de homicídio qualificado. Segundo a Promotoria, o crime foi motivado por uma disputa territorial entre organizações criminosas rivais que atuam na região. O condenado começará a cumprir a pena em regime fechado.

O homicídio aconteceu na noite de 25 de novembro de 2024. De acordo com a investigação, a vítima foi atraída para fora de casa por uma comparsa de Valekson, identificada como Maria Luzia, sob o pretexto de receber um pagamento. Carlos Lacerda foi de moto até o ponto de encontro e, no caminho, passou a ser seguido pelo padeiro, que também pilotava uma motocicleta.

Após o pagamento ser feito, a mulher fugiu por outra rota. Valekson perseguiu a vítima pela principal avenida da cidade e atirou várias vezes, atingindo o homem pelas costas. Câmeras de monitoramento da rua registraram a perseguição e o ataque.

Mesmo ferido, Carlos Lacerda conseguiu correr e foi socorrido por testemunhas até o hospital local. Antes de morrer na unidade de saúde, ele relatou aos médicos e aos policiais militares que o padeiro havia sido o autor dos disparos.

A defesa do acusado foi feita pelos advogados Sérgio Raimundo Magalhães Moura e Camilla Yasmin Silva do Nascimento. O processo contra Maria Luzia foi desmembrado e ela aguarda o julgamento de um recurso na Justiça.


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