24 SET 2020 | ATUALIZADO 18:36
POLÍTICA
Da redação
24/08/2018 12:47
Atualizado
14/12/2018 09:59

Após morte do filho, candidatura é "missão" para Benes Leocádio

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Ex-presidente da Femurn disse que vai se comprometer em "endurecer as leis" para dificultar a vida dos criminosos, após a morte de seu filho
Imagem 1 -  Após morte do filho, candidatura é "missão" para Benes Leocádio
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Ainda muito abalado com a morte do seu filho, o ex-presidente da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (FEMURN) Benes Leocádio, durante entrevista na quinta-feira (23), na TV declarou que vai manter sua candidatura e disputar o cargo de deputado federal, pelo Partido Trabalhista Cristão (PTC). Ele pensou em desistir após a morte do filho, vítima de sequestro e troca de tiros, no último 15 de agosto, em Natal.

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Benes anunciou decisão após receber milhares de mensagens motivadoras e de pedidos contrários a desistência. "Se existe uma coisa em mim é coragem. Coragem inclusive para dizer que eu quero ser o instrumento para lutar pela paz no Rio Grande do Norte", destacou. 
"Estou de luto, com o coração sangrando por esta tragédia. Todas as famílias foram atingidas pela crueldade da partida do meu filho. Foram dias de reflexão, de sofrimento. Pensei em parar, em desistir. Ouvi o clamor das famílias, de amigos, que em todos os momentos foram motivadores. Antes, afirmava a disposição de atender este chamado. Hoje enxergo como missão, esse sonho também era de Benes Júnior, e eu estou pronto" disse Benes, comprometendo-se em "endurecer as leis" para dificultar a vida dos criminosos.
Benes Leocádio falou sobre o clamor que tem ouvido dos potiguares, e mensagens de apoio e incentivo recebidas.
"Ouvi de várias mães e pais para que eu não desista, que faça dessa dor uma luta. As pessoas me pedindo para continuar. Reafirmo mais uma vez aqui: vamos em frente", disse.
Benes destacou que uma de suas prioridades, caso ocupe uma cadeira na Câmara Federal, será a discussão e melhoria da legislação brasileira na segurança pública.
Além do fortalecimento e autonomia dos municípios potiguares. "Eu tenho medo de decepcionar as pessoas, se elas estão confiando em mim, e mais uma vez, como fiz durante toda minha vida pública, vou me esforçar e não decepcioná-las".
 

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