21 AGO 2019 | ATUALIZADO 09:45
SAÚDE

RN registra desaceleração no número de casos notificados de H1N1

Um fator determinante para a redução foi a imunização da população por meio da campanha de vacinação que alcançou a meta de 90%, estabelecida pelo Ministério da Saúde. Contudo, ainda foram registrados 68 casos confirmados da doença e 13 óbitos.
11/06/2019 11:12
Atualizado
11/06/2019 11:17
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RN registra desaceleração no número de casos notificados de H1N1
Quando se trata da totalidade de doenças respiratórias, o estado registrou 94 caso confirmados em laboratório.
FOTO: REPRODUÇÃO

Nesta terça-feira (11) a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) divulgou o novo boletim da Influenza do Rio Grande do Norte. Os dados se referem ao período da semana epidemiológica 1 a 22, encerrada em 01 de junho de 2019.

De acordo com o boletim, no período verificado, foram notificados 189 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Ao todo, 94 casos foram confirmados por laboratório, dos quais 68 foram positivos para Influenza A H1N1, 8 para Influenza A, 7 para Influenza A H3N2 e 11 para Vírus Sincicial Respiratório.

De acordo com a Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige), observa-se a redução das notificações a partir da semana epidemiológica 19, o que já era esperado em decorrência do período de sazonalidade da doença.

Outro fator que também influencia na queda das notificações é a imunização da população por meio da realização da campanha de vacinação contra a influenza, que no RN alcançou a meta de 90%, estabelecida pelo Ministério da Saúde.

No que se refere aos óbitos, o RN registrou até a semana epidemiológica 22 de 2019, um total de 40 casos notificados, número inferior ao mesmo período de 2018 (68).

Do total de notificações de óbitos em 2019, 13 foram confirmados para H1N1, 03 para Influenza A não subtipada, 01 para Influenza A H3N2, 05 para Vírus Sincicial Respiratório, 05 para SRAG não especificado e 17 casos em investigação.

Ainda de acordo com a Sesap, o maior número de óbitos ocorreu em idosos (37%), seguido por gestante (27%).


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