08 ABR 2020 | ATUALIZADO 10:43
POLÍCIA
21/02/2020 15:17
Atualizado
21/02/2020 16:56

Seap realiza revista minuciosa nas unidades penais do Rio Grande do Norte

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“A operação é um complemento aos procedimentos de rotina e de controle das unidades prisionais e tem o objetivo manter a ordem e a disciplina”, disse Pedro Florêncio, lembrando que o trabalho segue até a próxima terça-feira
Imagem 1 -  “A operação é um complemento aos procedimentos de rotina e de controle das unidades prisionais e tem o objetivo manter a ordem e a disciplina”, disse Pedro Florêncio, lembrando que o trabalho segue até a próxima terça-feira
“A operação é um complemento aos procedimentos de rotina e de controle das unidades prisionais e tem o objetivo manter a ordem e a disciplina”, disse Pedro Florêncio, lembrando que o trabalho segue até a próxima terça-feira

Policiais penais da Secretaria da Administração Penitenciária (Seap) realizam desde às 8h desta sexta-feira, dia 21, em todas unidades penais do Rio Grande do Norte, a “Operação Saturação”, com o objetivo de realizar revistas minuciosas em todas as celas e reforçar o nível de segurança no período de carnaval.

A ação envolve efetivo de 250 servidores e ocorrerá diariamente até a terça-feira, dia 25.  

O titular da Seap, Pedro Florêncio, explica que a revista é uma tarefa de rotina nas unidades. Diariamente, os policiais penais fiscalizam os apenados e a estrutura das celas.

Na operação, no entanto, existe o reforço dos grupos especializados para um trabalho mais minucioso, inclusive com o emprego de cães farejadores.

“A operação é um complemento aos procedimentos de rotina e de controle das unidades prisionais e tem o objetivo manter a ordem e a disciplina”, disse Pedro Florêncio.

Até o início da tarde desta sexta-feira nenhum objeto irregular foi localizado. Isso se deve, principalmente, ao compromisso dos policiais penais com o sistema prisional, a falta de acesso dos internos a energia elétrica e ao uso de novas tecnologias como o scanner corporal instalado na porta de entrada das unidades. O “Body Scan”, como é chamado, usa raios-x em baixas doses para identificar armas, drogas, celulares e objetos ilícitos que possam estar escondidos com as visitas. 

A ação é coordenada pelo Departamento de Operações Táticas (DOT) e envolve policiais penais das unidades e grupos especializados como o DOT, Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Grupo de Operações Especiais (GOE), Grupo de Escolta Penal (GEP) e Grupo Penitenciário de Operações com Cães (GPOC). 

A fiscalização acontece na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, no Presídio Rogério Coutinho, na Cadeia Pública de Ceará Mirim, na Cadeia Pública de Natal, na Cadeia Pública de Nova Cruz, na Penitenciária Estadual do Seridó, no Complexo Regional de Pau dos Ferros, na Cadeia Pública de Caraúbas, na Penitenciária Agrícola Mário Negócio, no Complexo Penal Dr. João Chaves Masculino e Feminino, na Cadeia Pública de Mossoró e no Centro de Detenção Provisório de Apodi.

Essas unidades abrigam cerca de 8 mil presos. 

Todos os internos foram retirados das celas e encaminhados aos pátios para que a vistoria detalhada fosse feita.

Nas celas, os servidores inspecionaram minuciosamente colchões, roupas, paredes, objetos de uso pessoal, grades, cadeados, ralos e vasos sanitários.

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