03 ABR 2020 | ATUALIZADO 07:45
POLÍTICA
22/02/2020 12:52
Atualizado
22/02/2020 15:52

Izabel diz que a reprovação das contas de Silveira não foi por vingança

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Não posso ser responsabilizada pela omissão alheia nem pela decisão da Câmara – colegiada, da maioria – de acatar o parecer do TCE. Respondo pelo meu voto, sim, mas cada parlamentar tem seu livre arbítrio.
Imagem 1 -  Izabel diz que a reprovação das contas de Silveira não foi por vingança: "Não posso ser responsabilizada pela omissão alheia nem pela decisão da Câmara – colegiada, da maioria – de acatar o parecer do TCE. Respondo pelo meu voto, sim, mas cada parlamentar tem seu livre arbítrio."
Izabel diz que a reprovação das contas de Silveira não foi por vingança: "Não posso ser responsabilizada pela omissão alheia nem pela decisão da Câmara – colegiada, da maioria – de acatar o parecer do TCE. Respondo pelo meu voto, sim, mas cada parlamentar tem seu livre arbítrio."

A presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro, envia Esclarecimentos a respeito do artigo que postamos neste espaço destacando que a reprovação das contas do ex-prefeito Francisco José Junior foi uma vingança.

Ela afirma que não foi vingança;

Segue-a

Nota de esclarecimento

Não tenho absolutamente nenhum motivo para me vingar de Francisco José Júnior. É injusta e maldosa a narrativa que atribui a mim a responsabilidade pela rejeição das contas do ex-prefeito de Mossoró na Câmara. 

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) concluiu que o ex-gestor descumpriu a obrigação legal de prestar contas à Corte do exercício de 2016 e não justificou essa omissão, embora regularmente citado a fazê-lo. 

O processo (nº 002225/2018 – TC) correu à revelia, o TCE decidiu pela desaprovação das contas de 2016 e submeteu esse parecer à Câmara Municipal de Mossoró, que seguiu o mesmo entendimento da Corte. 

Será, então, que a rejeição das contas pelo TCE é uma vingança do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte contra o ex-prefeito Francisco José Júnior, a quem querem transformá-lo agora em vítima? 

Não posso ser responsabilizada pela omissão alheia nem pela decisão da Câmara – colegiada, da maioria – de acatar o parecer do TCE. Respondo pelo meu voto, sim, mas cada parlamentar tem seu livre arbítrio. 

Será que, se o Legislativo tivesse sido contra o parecer do Tribunal e aprovado as contas, a imprensa diria que tínhamos nos vendido, que tínhamos o rabo preso? O que diriam os que hoje me criticam? 

Lamento profundamente a tentativa de desvirtuar politicamente a situação e, para isso, colocar em xeque o trabalho do TCE e seus técnicos, os quais têm minha absoluta solidariedade nesse episódio. 


Mossoró, sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020. 

Maria Izabel Araújo Montenegro 

Presidente da Câmara Municipal de Mossoró

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