12 AGO 2020 | ATUALIZADO 22:24
POLÍCIA
29/07/2020 15:22
Atualizado
29/07/2020 15:31

Apreensões em BRs no RN resultam em mais R$ 800 mil em prejuízo ao crime organizado

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Somente neste mês de julho a PRF apreendeu 10.573g de cocaína, 439g de maconha, 502g de haxixe, 50g de skunk, 35 pontos de LSD e três comprimidos de ecstasy e tirou de circulação 6 armas de fogo, 69 munições e 11 documentos falsos, além de recuperar veículos provenientes de roubo. As ações aconteceram no âmbito da Operação Tamoio III, deflagrada em todo o país para combate de organizações criminosas.
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FOTO: DIVULGAÇÃO

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) encerrou, neste domingo (26), a Operação Tamoio III com foco no combate especializado ao crime organizado em todo Brasil.

Com ações de impacto multimodal em sua terceira fase, a Tamoio teve início no dia 18 de julho e foi desenvolvida em trechos estratégicos, rotas para os diferentes transportes utilizados por criminosos para entrada ou escoamento de ilícitos, como aeroportos, portos e ferrovias, todos conectados por rodovias federais.

Somente no Rio Grande do Norte o prejuízo dado às organizações criminosas neste mês de julho foi mais R$ 800 mil.

Durante a operação, 10.573g de cocaína, 439g de maconha, 502g de haxixe, 50g de skunk, 35 pontos de LSD e três comprimidos de ecstasy foram apreendidos.

Os policiais rodoviários federais tiraram de circulação 6 armas de fogo, 69 munições e 11 documentos falsos. Além disso recuperaram 7 veículos provenientes de roubo/furto. Ao todo 63 pessoas foram detidas por diversos crimes.

A Tamoio III é a primeira operação integralmente alinhada com a nova estratégia da PRF, que reforça a missão de combater de forma qualificada o crime, inviabilizando a logística das organizações criminosas.

O emprego de tecnologia e de inteligência policial também ganharam destaque entre as estratégias e fizeram a diferença durante a fase multimodal, que superou os números das edições anteriores.

As rodovias federais seguem sendo o principal meio de locomoção no Brasil, tanto para cargas e pessoas que movimentam a economia do país, quanto para os criminosos com complexos esquemas de logística para transportar ilícitos.

Segundo a PRF, as organizações criminosas se valem de rotas comercialmente existentes, aliadas a formas clandestinas. Porém, independente do transporte utilizado, em algum momento, os ilícitos serão transportados por rodovias, o que se reflete nos resultados da Tamoio III, fase Multimodal, e a mobilização institucional para a pronta resposta federal no combate à criminalidade.


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