12 MAI 2026 | ATUALIZADO 17:05
POLÍCIA
12/05/2026 17:03
Atualizado
12/05/2026 17:18

Patu-RN: Gesseiro que matou a esposa por não aceitar o fim do casamento senta no banco dos réus

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Tribunal do Júri Popular do gesseiro Pedro Alves Gomes, o Pedrão, de 35 anos, está previsto para acontecer a partir das 9 horas do dia 19 de maio de 2026, no Fórum Municipal de Patu, que receberá reforço da Polícia Militar. Ele vai responder perante a sociedade patuense por, não aceitar o fim do casamento, ter matado com várias facadas a esposa Paloma Ferreira Gomes, de 25 anos, que fazia parte da Guarda Civil Municipal, no dia 14 de julho de 2024, perto da Churrascaria O Gordo, em Patu.
Imagem 1 -  Tribunal do Júri Popular do gesseiro Pedro Alves Gomes, o Pedrão, de 35 anos, está previsto para acontecer a partir das 19 horas do dia 19 de maio de 2026, no Fórum Municipal de Patu, que receberá reforço da Polícia Militar. Ele vai responder perante a sociedade patuense por, não aceitar o fim do casamento, ter matado com várias facadas a esposa Paloma Ferreira Gomes, de 25 anos, que fazia parte da Guarda Civil Municipal, no dia 14 de julho de 2024, perto da Churrascaria O Gordo, em Patu.
Tribunal do Júri Popular do gesseiro Pedro Alves Gomes, o Pedrão, de 35 anos, está previsto para acontecer a partir das 19 horas do dia 19 de maio de 2026, no Fórum Municipal de Patu, que receberá reforço da Polícia Militar. Ele vai responder perante a sociedade patuense por, não aceitar o fim do casamento, ter matado com várias facadas a esposa Paloma Ferreira Gomes, de 25 anos, que fazia parte da Guarda Civil Municipal, no dia 14 de julho de 2024, perto da Churrascaria O Gordo, em Patu.
Cedida

O gesseiro Pedro Alves Gomes, o Pedrão, de 35 anos, senta no banco dos réus no dia 19 de maio de 2026, no Fórum Municipal de Patu-RN, para ser julgado pelo assassinato da esposa, a guarda civil municipal Paloma Ferreira Gomes, de 25 anos.

Paloma Ferreira foi morta a facadas pelo marido no dia 14 de julho de 2024, em casa, na comunidade do Tabuleiro, que fica perto da Churrascaria de O Gordo, em Patu. Pedrão se recusava a aceitar a ideia da separação e matou a jovem esposa.

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Segundo consta na Denúncia do Ministério Púbico Estadual, o crime teve várias testemunhas e a própria vítima, antes de morrer, afirmou categoricamente que havia sido o marido que havia esfaqueado ela várias vezes e inclusive deixado a facada encravada acima do peito esquerdo.

Após o crime, o suspeito fugiu numa motocicleta do casal na direção do Sítio Jatobá, onde mora seus familiares. No momento que a vítima Paloma foi atacada, estava dentro de casa, sem sandálias, vestindo uma calça jeans azul e uma blusa verde escura.

O caso foi investigado pelo delegado Paulo Cesário Lucena Targino, que ouviu mais de dez testemunhas. Cesário também requisitou também perícias no local do crime e no corpo da vítima, para que ficasse demostrado o nível de violência empregada no crime.

Diante dos fatos referendados com provas robustas, o promotor de Justiça Paulo Carvalho Ribeiro ofereceu denuncia contra o réu Pedro Alves Gomes, o Pedrão, por feminicídio qualificado, que a legislação penal (Lei 14.994/2024) prevê pena de 20 a 40 anos de prisão.

O juiz Waldir Lobo Maia é o presidente do TJP da Comarca de Patu, porém, neste júri, ele alegou suspeição no processo, devido ao fato de ser parente do advogado de defesa José Odívio Lobo Maia, e será substituído por uma magistrada de Mossoró.

O promotor de Justiça Fábio Sousa Carvalho Melo participou da audiência de instrução de julgamento, quando o caso foi promulgado para júri popular, mas não se tem certeza que ele vai atuar no plenário. Seja quem for designado, terá a assistência dos advogados Francisco Fábio de Moura Junior e o experiente advogado Alcimar Antônio de Sousa.

Os trabalhos estão previstos para começar às 9 horas da próxima terça-feira, dia 19 de maio de 2026, no Plenário do TJP do Fórum Municipal de Patu. Além das testemunhas, do réu, os advogados, serventuários da Justiça, Ministério Público, a Polícia Militar também foi acionada para reforçar o trabalho de segurança durante o julgamento.


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