23 JUN 2021 | ATUALIZADO 18:15
NACIONAL
08/06/2021 18:04
Atualizado
08/06/2021 18:06

Em segundo depoimento, Queiroga confirma que hidroxicloroquina e ivermectina não têm eficácia contra a Covid-19

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Na CPI da Pandemia, o Ministro da Saúde defendeu a realização da Copa América e disse que não vê, “do ponto de vista epidemiológico, justificativa para a não realização do evento”. A afirmação do ministro em relação ao campeonato foi bastante questionada pelos parlamentares. Para o líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), a realização do evento é um descaso com a realidade do país e com os 474.614 óbitos e 16.985.812 casos.
Imagem 1 -  Em segundo depoimento, Queiroga confirma que hidroxicloroquina e ivermectina não têm eficácia contra a Covid-19. Na CPI da Pandemia, o Ministro da Saúde defendeu a realização da Copa América e disse que não vê, “do ponto de vista epidemiológico, justificativa para a não realização do evento”. A afirmação do ministro em relação ao campeonato foi bastante questionada pelos parlamentares. Para o líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), a realização do evento é um descaso com a realidade do país e com os 474.614 óbitos e 16.985.812 casos.
Em segundo depoimento, Queiroga confirma que hidroxicloroquina e ivermectina não têm eficácia contra a Covid-19. Na CPI da Pandemia, o Ministro da Saúde defendeu a realização da Copa América e disse que não vê, “do ponto de vista epidemiológico, justificativa para a não realização do evento”. A afirmação do ministro em relação ao campeonato foi bastante questionada pelos parlamentares. Para o líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), a realização do evento é um descaso com a realidade do país e com os 474.614 óbitos e 16.985.812 casos.
FOTO: JEFFERSON RUDY/AGÊNCIA SENADO

Diferente do seu primeiro discurso na CPI da Covid, o ministro Marcelo Queiroga (Saúde) afirmou hoje à CPI da COVID que remédios como hidroxicloroquina e ivermectina "não têm eficácia comprovada" no tratamento da Covid-19.

“Essas medicações não têm eficácia comprovada. Esse assunto é motivo de discussão na Conitec, que vai elaborar o protocolo clínico, uma diretriz terapêutica. Se não houver questionamentos acerca do que for ali colocado, morreu o assunto”, disse.

O ministro da saúde disse, ainda, que a decisão de fazer a Copa América no Brasil não partiu da pasta.

“Não vejo, do ponto de vista epidemiológico, justificativa para a não realização do evento. Temos protocolos que permitem a segurança para os jogos no Brasil", afirmou o ministro.

“Esse evento não é um evento de grandes proporções. Esse é um evento pequeno. A Copa América é um evento pequeno, com um número pequeno de pessoas, e não é uma Olimpíada”, completou.

A afirmação do ministro em relação ao campeonato foi bastante questionada pelos parlamentares. Para o líder da minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), a realização do evento é um descaso com a realidade do país e com os 474.614 óbitos e 16.985.812 casos.

“Como assim, ministro? 12 países, 2 mil jornalistas e uma lista provisória de 50 jogadores por seleção não é um evento grande? Acho que o ministro precisa atualizar os seus conceitos sobre eventos e sobre pandemia”, afirmou o parlamentar potiguar.


NOMEAÇÃO

Marcelo Queiroga afirmou ainda que a decisão da não nomeação da médica Luana Araújo para a Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 foi exclusivamente dele.

“O nome da Luana, apesar da qualificação técnica, começou a sofrer resistência, e eu entendi naquele momento que não seria importante a presença dela. Resolvi não efetivar sua nomeação”, disse.


Notas

Posto JP - Maio de 2021

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