30 NOV 2021 | ATUALIZADO 17:11
POLÍTICA
27/06/2021 09:45
Atualizado
27/06/2021 09:59

Quem é Ricardo Barros, personagem chave da CPI da covid19?

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Político do chamado Centrão, Ricardo Barros é de Maringá, no Paraná, e está deputado federal há mais de 20 anos, tendo sido da base aliada do governo FHC, Lula, Dilma, votou no impeachment em 2016, foi ministro da saúde no Governo Temer e atualmente é o líder do Governo Bolsonaro na Câmara
Imagem 1 -  Político do chamado Centrão, Ricardo Barros é de Maringá, no Paraná, e está deputado federal há mais de 20 anos, tendo sido da base aliada do governo FHC, Lula, Dilma, votou no impeachment em 2016, foi ministro da saúde no Governo Temer e atualmente é o líder do Governo Bolsonaro na Câmara
Político do chamado Centrão, Ricardo Barros é de Maringá, no Paraná, e está deputado federal há mais de 20 anos, tendo sido da base aliada do governo FHC, Lula, Dilma, votou no impeachment em 2016, foi ministro da saúde no Governo Temer e atualmente é o líder do Governo Bolsonaro na Câmara
FOTO: ABr

Este é o deputado federal Ricardo José Magalhães Barros (PP-PR), líder do Governo na Câmara, que sexta-feira (25) à noite se transformou no eixo central de um escândalo de grandes proporções envolvendo diretamente o presidente Bolsonaro na compra de vacina indiana Covaxin.

Barros é deputado federal há mais de duas décadas. É figura chave do chamado Centrão, tendo integrado o Governo FHC, Lula, Dilma, votado pelo impeachment e sido ministro da Saúde no Governo de Michel Temer e agora é líder do Governo Bolsonaro.

Ricardo Barros já é processado pelo MPF juntamente com a empresa Precisa e a Sócia Global Gestão em Saúde S.A, em crimes de improbidade administrativa. Ele teria, como ministro, favorecido esta empresa. No escândalo atual, Barros pressionou o Ministério da Saúde para agilizar a compra da vacina Covaxin por valor 1000% mais caro do que a própria empresa havia anunciado há seis meses e com adiantamento de 45 milhões de dólares pagos a uma empresa de fachada.

A Precisa é envolvida em outros escândalos igualmente milionários no Ministério da Saúde no período de 2018 a 2021 (Veja mais AQUI) e mesmo assim está num negócio de 1,6 bilhão de dólares entre o Governo Brasileiro e a indiana Covaxin.

O dono da Precisa e Sócio da Global, Francisco Emerson Maximiano, deve ser ouvido esta semana pelos senadores na CPI da Covid19. Ainda não tem data marcada para a oitiva de Ricardo Barros, que, à imprensa, alega inocência.  "Não sou este parlamentar citado", diz.


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