19 OUT 2021 | ATUALIZADO 18:25
SAÚDE
COM INFORMAÇÕES DO CORREIO BRAZILIENSE
16/09/2021 12:12
Atualizado
16/09/2021 12:13

Ministério volta atrás sobre recomendação de vacinação em jovens de 12 a 17 anos sem comorbidades

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Uma nova nova informativa foi emitida nesta quarta-feira (15). A pasta diz que, agora, a recomendação para aplicação da vacina contra a covid-19 é somente em adolescentes que têm entre 12 e 17 anos e que apresentem deficiência permanente, comorbidade ou que estejam privados de liberdade. Na terça-feira (14), uma nota técnica, também emitida pela pasta, recomendava que a imunização de adolescentes com e sem comorbidades começasse nesta quarta. Sendo que, aqueles que não têm comorbidades deveriam ser deixados por último.
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FOTO: REPRODUÇÃO

A Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à covid-19, do Ministério da Saúde, emitiu uma nota informativa nesta quarta-feira (15) em que diz que revisou a recomendação de imunização de adolescentes.

A pasta diz que, com isso, passa a recomendar a aplicação da vacina contra a covid-19 somente em adolescentes que têm entre 12 e 17 anos e que apresentem deficiência permanente, comorbidade ou que estejam privados de liberdade.

A recomendação, segundo a nota, leva em conta que a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda a vacinação de adolescentes, a falta de estudos dos benefícios do imunizante nesse grupo e a baixa taxa de casos graves nessa faixa etária.

Na terça-feira (14), uma nota técnica emitida pela pasta recomendava que a imunização de adolescentes com e sem comorbidades começasse nesta quarta. Sendo que, aqueles que não têm comorbidades deveriam ser deixados por último.

Ainda em junho, a Anvisa autorizou a aplicação da vacina da Pfizer em adolescentes a partir de 12 anos.

Em algumas cidades e unidades da Federação, como no DF, a vacinação de adolescentes já começou. Por lá, os jovens a partir de 15 anos já podem se imunizar.

Mossoró já está vacinando adolescentes com comorbidades a partir dos 12 anos. Já a imunização em adolescentes de 16 anos ou mais, sem comorbidades, vinha acontecendo desde ontem. A prefeitura ainda se pronunciou sobre a nova nota do Ministério da Saúde.

A mudança na recomendação vem no mesmo dia que o Ministério da Saúde anunciou a redução do intervalo entre a primeira e a segunda doses da vacina da Pfizer, de 12 para 8 semanas.


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