25 JAN 2022 | ATUALIZADO 17:11
ECONOMIA
Por Jean Paul Prates*
13/11/2021 19:45
Atualizado
13/11/2021 19:45

[OPINIÃO] Não podemos esquecer do futuro

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Ao longo de duas semanas, acompanhei nossa governadora em um trabalho que vai render grandes frutos para o nosso estado. Estivemos na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP26, em Glasgow (Escócia) e visitamos a Dinamarca e a Noruega, de onde estamos trazendo investimentos reais para o RN.
Imagem 1 -  Ao longo de duas semanas, acompanhei nossa governadora em um trabalho que vai render grandes frutos para o nosso estado. Estivemos na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP26, em Glasgow (Escócia) e visitamos a Dinamarca e a Noruega, de onde estamos trazendo investimentos reais para o RN.
Ao longo de duas semanas, acompanhei nossa governadora em um trabalho que vai render grandes frutos para o nosso estado. Estivemos na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP26, em Glasgow (Escócia) e visitamos a Dinamarca e a Noruega, de onde estamos trazendo investimentos reais para o RN.
Foto Arquivo

Em épocas difíceis como esta que estamos atravessando, o exercício de levantar os olhos e mirar adiante, por cima da maré de más notícias, exige uma energia extra.

Mas esse é um esforço que não pode ser negligenciado, se não quisermos entregar o jogo aos que insistem em fomentar a treva e o caos. Pensar no futuro, nas concretas possibilidades de mudança para melhor que se apresentam, é uma poderosa arma de transformação.

O Brasil está exausto, mas os brasileiros e brasileiras têm um plano. E isso faz toda a diferença. Enfrentar pandemia, carestia e desemprego sob a indiferença de um governo incompetente e indiferente ao sofrimento do povo é extremamente difícil. Mas não nos esquecemos de que há futuro. 

Divulgada na semana passada, uma pesquisa da Genial/Quaest aponta que Bolsonaro já tem 69% de rejeição. O povo sabe o que não quer — Bolsonaro — e também sabe o que quer: nosso futuro presidente Lula lidera as intenções de voto 48%, mais do que o dobro do segundo colocado e com praticamente a soma dos demais concorrentes mencionados na pesquisa.

Mas não basta esperar. Enquanto 1º de Janeiro de 2023 não vem, é preciso investir no possível, de olho no futuro. 

Um bom exemplo disso é o trabalho que faz o governo do Rio Grande do Norte, liderado pela minha companheira Fátima Bezerra. 

Ao longo de duas semanas, acompanhei nossa governadora em um trabalho que vai render grandes frutos para o nosso estado. Estivemos na Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP26, em Glasgow (Escócia) e visitamos a Dinamarca e a Noruega, de onde estamos trazendo investimentos reais para o RN. 

O Rio Grande do Norte, que já é o líder nacional de energia eólica — energia limpa, renovável e tão importante para as metas de redução de emissões que ameaçam o planeta — deu mais alguns passos importantes, de olho no futuro. Temos enorme potencial para receber mais projetos e explorar de forma eficiente e adequada a diversificação das nossas matrizes. 

Celebramos acordos que vão impulsionar ainda mais essa vocação do nosso estado. Na Noruega, por exemplo, a empresa Scatec anunciou um investimento de R $ 1,6 bilhão para a construção de uma planta de energia solar em Assú. Na Dinamarca, asseguramos o início de estudos para implantação de um polo de apoio em terra à indústria de energia eólica offshore. 

Em paralelo a isso vamos desenvolver a indústria de hidrogênio, combustíveis e fertilizantes não derivados de petróleo. 

Esse é o resultado de um trabalho sério que mostra aos investidores estrangeiros que o Rio Grande do Norte é um estado comprometido com o desenvolvimento e que tem regras ambientais claras, incentivo a instalação de empresas e um enorme potencial no setor de energias renováveis.

Olhando para trás, fico muito feliz pela semente que conseguimos plantar, lá no começo dos anos 2000. Foi mirando no futuro que iniciamos os primeiros projetos eólicos do estado, quando eu ainda era secretário de Energia do Rio Grande do Norte. 

O Rio Grande do Norte está demonstrando que o Brasil é mais do que o Bolsonaro queimador de florestas, do “e daí” para os desafios climáticos e do abraço irresponsável à devastação. 

Essa fase trágica do Brasil vai virar passado. Cada passo na direção certa que dermos agora, por maiores que sejam os obstáculos, nos aproximam de dias melhores. O futuro não demora.

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