26 JUN 2022 | ATUALIZADO 12:59
SAÚDE
23/05/2022 08:51
Atualizado
23/05/2022 08:52

Pedra nos rins é conhecida como uma das condições mais dolorosas que existe e afeta 15% da população

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Os cálculos renais variam de tamanho e surgem parecidos como grãos de areia ou atingem formatos bem maiores que provocam sintomas fortes. “Em parte significativa dos casos, o paciente já nasce com uma química na urina que propicia a deposição de cristais no sistema urinário. Então, eles se aglomeram e formam pedrinhas, que ficam alojadas nos rins, mas também em outras partes próxima”, explica o urologista do Sistema Hapvida, Felipe Melo.
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FOTO: REPRODUÇÃO

Cerca de 15% da população mundial pode ser afetada pelos cálculos renais. Eles variam de tamanho e surgem parecidos como grãos de areia ou atingem formatos bem maiores que provocam sintomas fortes.

“Em parte significativa dos casos, o paciente já nasce com uma química na urina que propicia a deposição de cristais no sistema urinário. Então, eles se aglomeram e formam pedrinhas, que ficam alojadas nos rins, mas também em outras partes próxima”', explica o urologista do Sistema Hapvida, Felipe Melo.

De acordo ainda com o especialista, a causa pode envolver o próprio processo de filtragem do sangue que possui um excesso de certas substâncias, como o cálcio e o ácido úrico.

“Os principais sintomas incluem cólicas fortes e que se irradiam, por exemplo, para as costas e para a parte inferior do abdômen, dificuldade para urinar, ardência ao urinar, infecção urinária, presença de sangue na urina, febre, náuseas e vômitos”, destaca o especialista.

Hábitos como baixa ingestão de água, excesso de consumo de sal e sedentarismo favorecem o aparecimento do quadro clínico.

Por isso, a recomendação médica é de tomar, pelo menos, dois litros de água por dia e manter um estilo de vida saudável. Segundo o médico, tanto o público feminino como o masculino, são suscetíveis ao problema.

Conforme o Dr. Felipe Melo, o tratamento é feito por meio de medicamentos analgésicos e do aumento no consumo de água, com o objetivo de eliminar as pedras naturalmente.

“O importante é seguir as recomendações médicas, não se automedicar e procurar atendimento quando necessário”.


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