04 ABR 2025 | ATUALIZADO 18:44
POLÍCIA
ANNA PAULA BRITO
05/06/2024 08:41
Atualizado
05/06/2024 08:42

Alan Deybson senta no banco dos réus pela segunda vez no ano de 2024

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Nesta quarta-feira (5), Alan Deybson Abreu Fernandes [FOTO 1], de 31 anos, será julgado pela sociedade mossoroense pelo homicídio de Valnei Azevedo Freire Filho, morto a tiros no dia 26 de novembro de 2022, no Ouro Negro, em Mossoró. Em fevereiro, o réu já havia sido condenado há 18 anos e 9 meses por outro homicídio. O julgamento será realizado no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins.
Imagem 1 -  Alan Deybson senta no banco dos réus pela segunda vez no ano de 2024. Nesta quarta-feira (5), Alan Deybson Abreu Fernandes [FOTO 1], de 31 anos, será julgado pela sociedade mossoroense pelo homicídio de Valnei Azevedo Freire Filho, morto a tiros no dia 26 de novembro de 2022, no Ouro Negro, em Mossoró. Em fevereiro, o réu já havia sido condenado há 18 anos e 9 meses por outro homicídio. O julgamento será realizado no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins.
Alan Deybson senta no banco dos réus pela segunda vez no ano de 2024. Nesta quarta-feira (5), Alan Deybson Abreu Fernandes [FOTO 1], de 31 anos, será julgado pela sociedade mossoroense pelo homicídio de Valnei Azevedo Freire Filho, morto a tiros no dia 26 de novembro de 2022, no Ouro Negro, em Mossoró. Em fevereiro, o réu já havia sido condenado há 18 anos e 9 meses por outro homicídio. O julgamento será realizado no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins.

O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri Popular da comarca de Mossoró se reúne na manhã desta quarta-feira (5), para julgar a culpa de Alan Deybson Abreu Fernandes, de 31 anos, no homicídio de Valnei Azevedo Freire Filho.

O crime aconteceu no dia 26 de novembro de 2022, no Ouro Negro, em Mossoró. De acordo com a denúncia do Ministério Público do Rio Grande do Norte, a vítima estava bebendo com amigos, quando se afastou para ir ao banheiro e acabou sendo surpreendida pelo atirador.

Mesmo ferido, Valnei ainda conseguiu correr de volta até os amigos e foi socorrido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, mas acabou não resistindo.

O réu, Alan Deybson teria sido reconhecido pelo irmão da vítima, que o viu logo após o crime. As investigações, que contemplaram o rastreamento do celular do acusado, também apontaram que ele se encontrava nas proximidades do local do crime na data e hora em que ele ocorreu.

Apesar disso, Alan nega a autoria e afirma que estava em Natal no dia em questão. Esta deverá ser a tese utilizada pela defesa, promovida pelo advogado Otoniel Maia Oliveira Júnior.

Já o MP, representado neste caso pelo promotor Armando Lúcio Ribeiro, deverá pedir a condenação do réu pelo crime de homicídio qualificado, cometido por meio de emboscada, sem chances de defesa da vítima.

O júri popular é presidido pelo juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros e está previsto para ser iniciado por volta das 9h30.

Esta é a segunda vez que Alan Deybson senta no banco dos réus neste ano de 2024. Em fevereiro ele foi condenado a uma pena de 18 anos e 9 meses por outro homicídio.

Além deste pelo qual já foi condenado e do que será julgado nesta quarta, Alan ainda é acusado de, pelo menos, outros três crimes de homicídio, todos cometidos em Mossoró.



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