19 AGO 2026 | ATUALIZADO 13:51
POLÍCIA
19/08/2026 13:48
Atualizado
19/08/2026 13:48

Operação contra o emagrecimento clandestino: PF apreende injetáveis ilegais no RN e na PB

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Com o objetivo de fechar o cerco contra o comércio clandestino de moderadores de apetite, a Polícia Federal mirou um esquema de venda de injetáveis falsificados para a perda de peso. As buscas aconteceram em Caicó (RN) e João Pessoa (PB), onde agentes apreenderam ampolas e canetas que eram oferecidas de forma ilegal em redes sociais.
Imagem 1 -  Com o objetivo de fechar o cerco contra o comércio clandestino de moderadores de apetite, a Polícia Federal mirou um esquema de venda de injetáveis falsificados para a perda de peso. As buscas aconteceram em Caicó (RN) e João Pessoa (PB), onde agentes apreenderam ampolas e canetas que eram oferecidas de forma ilegal em redes sociais.
Com o objetivo de fechar o cerco contra o comércio clandestino de moderadores de apetite, a Polícia Federal mirou um esquema de venda de injetáveis falsificados para a perda de peso. As buscas aconteceram em Caicó (RN) e João Pessoa (PB), onde agentes apreenderam ampolas e canetas que eram oferecidas de forma ilegal em redes sociais.
Foto: Polícia Federal.

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (19) a Operação Aisthesis para combater a venda ilegal de produtos injetáveis anunciados para emagrecimento. A ação ocorreu em duas capitais do Nordeste, mirando o comércio clandestino feito por redes sociais e aplicativos de mensagens.

Ao todo, os policiais cumpriram seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Caicó (RN) e João Pessoa (PB). As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal no Rio Grande do Norte.

Durante as buscas, os agentes apreenderam ampolas e canetas injetáveis utilizadas para a aplicação das substâncias.


De acordo com a corporação, parte do material estava guardada em condições inadequadas. A situação acende um alerta para os riscos de contaminação e para o perigo do uso de substâncias que têm composição e procedência desconhecidas.

Os alvos da operação são suspeitos de introduzir e distribuir os produtos no mercado de forma clandestina. Os investigados poderão responder por crimes ligados à comercialização e à distribuição irregular de produtos destinados a fins terapêuticos ou medicinais.

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