15 SET 2026 | ATUALIZADO 08:52
POLÍCIA
15/09/2026 08:50
Atualizado
15/09/2026 08:50

UJUDOCRIM mantém presos os três suspeitos do atentado ao Cabo Deyvinson

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Com a decisão, José Antônio da Costa, Vinicius Gabriel da Silva Freitas e Wilson Mariano da Silva Filho continuam presos. Na ocasião do ataque, o Cabo Deyvinson foi baleado nas pernas, mas conseguiu correr e se refugiar em um banheiro da UPA. O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais foi alvejado com vários tiros e morreu no local. O atentado poderia ter resultado em mais mortes, o que não ocorreu porque o fuzil usado pelos criminosos travou e não disparou.
Imagem 1 -  Com a decisão, José Antônio da Costa, Vinicius Gabriel da Silva Freitas e Wilson Mariano da Silva Filho continuam presos. Na ocasião do ataque, o Cabo Deyvinson foi baleado nas pernas, mas conseguiu correr e se refugiar em um banheiro da UPA. O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais foi alvejado com vários tiros e morreu no local. O atentado poderia ter resultado em mais mortes, o que não ocorreu porque o fuzil usado pelos criminosos travou e não disparou.
Com a decisão, José Antônio da Costa, Vinicius Gabriel da Silva Freitas e Wilson Mariano da Silva Filho continuam presos. Na ocasião do ataque, o Cabo Deyvinson foi baleado nas pernas, mas conseguiu correr e se refugiar em um banheiro da UPA. O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais foi alvejado com vários tiros e morreu no local. O atentado poderia ter resultado em mais mortes, o que não ocorreu porque o fuzil usado pelos criminosos travou e não disparou.
Reprodução

A Unidade Judiciária de Delitos de Organizações Criminosas (UJUDOCRIM) do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte manteve presos os três suspeitos do atentado contra o policial militar e vereador Cabo Deyvinson Thales Martins do Nascimento, ocorrido em 15 de junho de 2026, na porta da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Grande Alto São Manoel, em Mossoró-RN.

Na ocasião do ataque, o Cabo Deyvinson foi baleado nas pernas, mas conseguiu correr e se refugiar em um banheiro da UPA. O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais foi alvejado com vários tiros e morreu no local. O atentado poderia ter resultado em mais mortes, o que não ocorreu porque o fuzil usado pelos criminosos travou e não disparou.

Os criminosos utilizaram um fuzil 556 e uma pistola no ataque em frente à UPA. Eles estavam em um carro preto, usado para a aproximação e fuga após o crime. O veículo, com os pneus estourados, foi apreendido pouco tempo depois em uma região de mata perto do Bairro Bom Jesus, em Mossoró.

No dia seguinte, a Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em parceria com a Polícia Militar do Ceará, prendeu em flagrante José Antônio da Costa e Vinicius Gabriel da Silva Freitas. Os dois fugiam de Mossoró pela CE-040, em direção a Fortaleza-CE, e a prisão ocorreu na altura do município de Beberibe-CE.

Rastreando os passos dos suspeitos, policiais dos dois estados apreenderam um fuzil, uma pistola e farta munição enterrados perto do tronco de uma bananeira, no quintal de uma residência na Maísa. O material seria o armamento utilizado no atentado que resultou na morte de Alyson Dyego.

As investigações revelaram que, após o crime, a dupla se refugiou na mata entre os bairros Bom Jesus e Planalto 13 de Maio — mesma região onde o veículo havia sido abandonado. Na manhã seguinte, eles fizeram um casal refém, obrigando-o a transportá-los até a Maísa, ampliando a lista de crimes praticados.

As investigações prosseguiram e levaram a Wilson Mariano da Silva Filho, preso em 24 de junho por determinação da Justiça.

Após a prisão, os três suspeitos constituíram advogados para tentar a revogação da prisão preventiva. O pedido foi formalizado e, em 14 de setembro de 2026, o colegiado de juízes da UJUDOCRIM decidiu por mantê-los custodiados.

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