14 SET 2026 | ATUALIZADO 10:41
POLÍCIA
14/09/2026 10:40
Atualizado
14/09/2026 10:46

PF vê indícios de caixa dois e apreende R$ 1,5 milhão com servidor no RN

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Mais de R$ 1,5 milhão em espécie foram apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Sem Lastro, que investiga crimes de falsidade ideológica e caixa dois em campanhas no Rio Grande do Norte. A ação cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Natal, recolhendo também documentos e aparelhos eletrônicos. O principal alvo da apuração é um servidor público estadual que realizou saques em dinheiro vivo incompatíveis com o patrimônio declarado à Justiça Eleitoral.
Imagem 1 -  Mais de R$ 1,5 milhão em espécie foram apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Sem Lastro, que investiga crimes de falsidade ideológica e caixa dois em campanhas no Rio Grande do Norte. A ação cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Natal, recolhendo também documentos e aparelhos eletrônicos. O principal alvo da apuração é um servidor público estadual que realizou saques em dinheiro vivo incompatíveis com o patrimônio declarado à Justiça Eleitoral.
Mais de R$ 1,5 milhão em espécie foram apreendidos pela Polícia Federal durante a Operação Sem Lastro, que investiga crimes de falsidade ideológica e caixa dois em campanhas no Rio Grande do Norte. A ação cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Natal, recolhendo também documentos e aparelhos eletrônicos. O principal alvo da apuração é um servidor público estadual que realizou saques em dinheiro vivo incompatíveis com o patrimônio declarado à Justiça Eleitoral.
Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira (14) a Operação Sem Lastro, com o objetivo de apurar indícios de falsidade ideológica eleitoral (conhecida como caixa dois) e o uso de recursos financeiros não declarados em campanhas políticas no Rio Grande do Norte.

Por determinação da Justiça Eleitoral, agentes federais cumpriram dois mandados de busca e apreensão em Natal. Durante as diligências, a corporação apreendeu celulares, documentos, equipamentos eletrônicos e mais de R$ 1,5 milhão em espécie.

O foco da investigação está sobre um servidor público do Rio Grande do Norte, cujo nome não foi divulgado. A PF identificou saques sucessivos em dinheiro vivo realizados pelo funcionário. Segundo as investigações, as movimentações financeiras indicam forte incompatibilidade entre os recursos movimentados e o patrimônio declarado por ele à Justiça Eleitoral.

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