04 AGO 2026 | ATUALIZADO 18:56

COLUNA ESPLANADA

  A despeito dos alertas do setor produtivo contra a PEC do fim da escala 6 x 1, o Governo Lula da Silva III passa o trator com intenções eleitorais e não vê o problema a curto e médio prazos, apontam congressistas e grandes empresários. Estudos sérios, de associações industriais e do comércio, apontam para alta da inflação, desemprego, queda da produtividade e até risco de sonegação de impostos, com a alta carga tributária. Sobre a inflação, um dado latente é o de setor de bares e restaurantes, cujos donos vão repassar a conta para o consumidor de imediato. Só no DF, os sindicatos apontam alta de 8% a 15% nos preços dos cardápios. Os congressistas mais moderados vêem como inevitável o debate, mesmo após as eleições, e pedem cautela ao Governo para tentar uma transição e flexibilidade nas regras, para não matar o patronato e não travar o crescimento do PIB.
[COLUNA ESPLANADA] Congressistas moderados pedem cautela para não matar patronato com a 6 x1

01/06/2026 23:03

A despeito dos alertas do setor produtivo contra a PEC do fim da escala 6 x 1, o Governo Lula da Silva III passa o trator com intenções eleitorais e não vê o problema a curto e médio prazos, apontam congressistas e grandes empresários. Estudos sérios, de associações industriais e do comércio, apontam para alta da inflação, desemprego, queda da produtividade e até risco de sonegação de impostos, com a alta carga tributária. Sobre a inflação, um dado latente é o de setor de bares e restaurantes, cujos donos vão repassar a conta para o consumidor de imediato. Só no DF, os sindicatos apontam alta de 8% a 15% nos preços dos cardápios. Os congressistas mais moderados vêem como inevitável o debate, mesmo após as eleições, e pedem cautela ao Governo para tentar uma transição e flexibilidade nas regras, para não matar o patronato e não travar o crescimento do PIB.

  A PF fecha o cerco. Ao convocar para depor o protagonista ainda preservado do maior escândalo financeiro da História do Brasil, Augusto Lima, o caso Master e o Estado da Bahia entram no centro do furacão. Guga Lima é dono do Credcesta, que era o maior negócio do Master na área de consignados. Não há como Vorcaro explodir e Lima não cair junto. Neste ponto entra sua rede de advogados, especialmente Eugênio Kruschevsky e Ana Patrícia Dantas Leão. O que chama atenção no caso da Bahia é que a banca de Kruschewxky foi o 4º que mais recebeu honorários entre todos do Master a nível nacional. O dono do 2º colocado está preso.
[COLUNA ESPLANADA] O caso Master e o Estado da Bahia entram no centro do furacão

29/05/2026 07:11

A PF fecha o cerco. Ao convocar para depor o protagonista ainda preservado do maior escândalo financeiro da História do Brasil, Augusto Lima, o caso Master e o Estado da Bahia entram no centro do furacão. Guga Lima é dono do Credcesta, que era o maior negócio do Master na área de consignados. Não há como Vorcaro explodir e Lima não cair junto. Neste ponto entra sua rede de advogados, especialmente Eugênio Kruschevsky e Ana Patrícia Dantas Leão. O que chama atenção no caso da Bahia é que a banca de Kruschewxky foi o 4º que mais recebeu honorários entre todos do Master a nível nacional. O dono do 2º colocado está preso.

  Com um Congresso Nacional fortemente patronal, a exceção será a Câmara dos Deputados, por acordos que só os presidentes Lula da Silva e o da Câmara, Hugo Motta, sabem. Na Casa Alta, a história é outra. E não tem a ver com a rabugice do presidente Davi Alcolumbre em relação ao Palácio. O Senado é constitucionalmente representante dos Estados, cujos governadores estão super pressionados pelos empresários, dos pequenos aos magnatas. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Dificilmente a PEC do fim da escala 6 x 1 vai avançar no Senado

28/05/2026 08:10

Com um Congresso Nacional fortemente patronal, a exceção será a Câmara dos Deputados, por acordos que só os presidentes Lula da Silva e o da Câmara, Hugo Motta, sabem. Na Casa Alta, a história é outra. E não tem a ver com a rabugice do presidente Davi Alcolumbre em relação ao Palácio. O Senado é constitucionalmente representante dos Estados, cujos governadores estão super pressionados pelos empresários, dos pequenos aos magnatas. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  As obras começaram no Governo Jair Bolsonaro, mas foram paralisadas antes do fim da gestão. O DNIT as retomou no final de 2024 e agora promete entregar metade delas ainda este ano. São pelo menos três viadutos e duplicação de pistas. No Norte, o Ministério dos Transportes acaba de liberar quatro licitações para pavimentar e melhorar a BR-319, que corta Rondônia até Manaus, e eixo de escoamento da forte agropecuária de Rondônia para o Centro-Oeste. Veja mais na COLUNA ESPLANADA
[COLUNA ESPLANADA] Lula se aproximar do agronegócio investindo pesado na BR 020

27/05/2026 00:00

As obras começaram no Governo Jair Bolsonaro, mas foram paralisadas antes do fim da gestão. O DNIT as retomou no final de 2024 e agora promete entregar metade delas ainda este ano. São pelo menos três viadutos e duplicação de pistas. No Norte, o Ministério dos Transportes acaba de liberar quatro licitações para pavimentar e melhorar a BR-319, que corta Rondônia até Manaus, e eixo de escoamento da forte agropecuária de Rondônia para o Centro-Oeste. Veja mais na COLUNA ESPLANADA

  A revelação foi feita pelo presidente do órgão, delegado federal Ricardo Saadi, no Fórum Esfera do Guarujá (SP) no sábado. “O Coaf recebe 30 mil comunicações por dia sobre movimentações suspeitas; são 7,5 milhões por ano”, pontuou Saadi, que emendou com o que as autoridades já sabem sobre o modus operandi das facções criminosas: “A partir da pandemia do Covid, o que antes era feito para lavar dinheiro, hoje é usado para diversificar investimentos”. Ou seja, em negócios legais.
[COLUNA ESPLANADA] COAF vai intensificar o combate a lavage de dinheiro

26/05/2026 07:55

A revelação foi feita pelo presidente do órgão, delegado federal Ricardo Saadi, no Fórum Esfera do Guarujá (SP) no sábado. “O Coaf recebe 30 mil comunicações por dia sobre movimentações suspeitas; são 7,5 milhões por ano”, pontuou Saadi, que emendou com o que as autoridades já sabem sobre o modus operandi das facções criminosas: “A partir da pandemia do Covid, o que antes era feito para lavar dinheiro, hoje é usado para diversificar investimentos”. Ou seja, em negócios legais.


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