13 ABR 2024 | ATUALIZADO 13:43

COLUNA ESPLANADA

  [COLUNA ESPLANADA] O general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), irá reafirmar à Polícia Federal, na próxima semana, o que já disse em depoimentos à Comissão de Fiscalização da Câmara e em duas CPIs: não tem ou teve conhecimento sobre o suposto esquema de arapongagem montado na Abin. O general tem dito estar convicto de que não será alvo de nenhuma operação. A conferir.
[COLUNA ESPLANADA] Gerenal Heleno diz estar convicto de que não será alvo de operação da PF

01/02/2024 08:33

O general Augusto Heleno, ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), irá reafirmar à Polícia Federal, na próxima semana, o que já disse em depoimentos à Comissão de Fiscalização da Câmara e em duas CPIs: não tem ou teve conhecimento sobre o suposto esquema de arapongagem montado na Abin. O general tem dito estar convicto de que não será alvo de nenhuma operação. A conferir.

  O clima é tão tenso que já houve até discussão acalorada, com viés político, na antessala do chefe ‘progressista’ Luiz Fernando Corrêa, ex-diretor da PF no Governo Lula II. Já a ala bolsonarista é guiada por Alessandro Moretti, diretor-adjunto, amigo da encrencada família do ex-presidente Jair Bolsonaro.
[COLUNA ESPLANADA] ABIN contaminada pela polarização Lula x Bolsonaro

31/01/2024 08:07

O clima é tão tenso que já houve até discussão acalorada, com viés político, na antessala do chefe ‘progressista’ Luiz Fernando Corrêa, ex-diretor da PF no Governo Lula II. Já a ala bolsonarista é guiada por Alessandro Moretti, diretor-adjunto, amigo da encrencada família do ex-presidente Jair Bolsonaro.

  Alvo da Polícia Federal, o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), quando comandou a Abin, se negou a prestar esclarecimentos sobre o sistema secreto de monitoramento da Agência. Ao TCU, se posicionou “desfavorável” ao envio de informações. Pelo menos seis requerimentos – dois da Comissão de Fiscalização e quatro de deputados -, conforme levantamento da Coluna, foram enviados a Ramagem e não tiveram respostas.
[COLUNA ESPLANADA] Ramagem e o sistema secreto de monitoramento na ABIN

30/01/2024 05:59

Alvo da Polícia Federal, o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), quando comandou a Abin, se negou a prestar esclarecimentos sobre o sistema secreto de monitoramento da Agência. Ao TCU, se posicionou “desfavorável” ao envio de informações. Pelo menos seis requerimentos – dois da Comissão de Fiscalização e quatro de deputados -, conforme levantamento da Coluna, foram enviados a Ramagem e não tiveram respostas.

  Os investigadores já descobriram quem disparou a arma e conseguiram mapear a principal articuladora do grupo. Trata-se de Dida Souza. Ela se apresenta como empresária, mas está lotada como funcionária do Tribunal de Contas do Estado (TCE) da Bahia. Atuaria na vice-presidência com salário de aproximadamente R$ 25 mil por mês. Mas segundo fontes do TCE, raramente é vista no local.
[COLUNA ESPLANADA] Movimento "invasão zero" suspeito de matar indígena

29/01/2024 07:04

Os investigadores já descobriram quem disparou a arma e conseguiram mapear a principal articuladora do grupo. Trata-se de Dida Souza. Ela se apresenta como empresária, mas está lotada como funcionária do Tribunal de Contas do Estado (TCE) da Bahia. Atuaria na vice-presidência com salário de aproximadamente R$ 25 mil por mês. Mas segundo fontes do TCE, raramente é vista no local.

  O ministro Alexandre de Moraes (STF) guarda a sete chaves as delações premiadas das investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Aos órgãos que pedem acesso, ele justifica que “há pendência de finalização de diligências”. Foi essa a posição de Moraes à CGU que vai apurar a conduta de servidores públicos envolvidos nas investigações que vão dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 à fraude nos cartões de vacina.
[COLUNA ESPLANADA] Moraes guarda a sete chaves as delações contra Bolsonaro

26/01/2024 11:52

O ministro Alexandre de Moraes (STF) guarda a sete chaves as delações premiadas das investigações contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Aos órgãos que pedem acesso, ele justifica que “há pendência de finalização de diligências”. Foi essa a posição de Moraes à CGU que vai apurar a conduta de servidores públicos envolvidos nas investigações que vão dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023 à fraude nos cartões de vacina.


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